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Cultura Pop

Buffalo: aquela vez em que surgiu um Black Sabbath da Austrália

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Buffalo: aquela vez em que surgiu um Black Sabbath da Austrália

Quando o Black Sabbath surgiu, ele bateu de diversas maneiras em vários países. Na Austrália devem ter surgido várias respostas ao som de Ozzy, Tony, Geezer e Ward – e uma delas, pelo menos uma das mais ilustres, foi uma banda chamada Buffalo. Que chegou a ser aposta justamente da gravadora que lançava os discos do Sabbath, a Vertigo.

Buffalo: aquela vez em que surgiu um Black Sabbath da Austrália

O Buffalo não foi banda de um disco só. Foi uma banda de cinco discos, lançados entre 1972 e 1977, todos apontando para uma espécie de pré-stoner e pré-doom que possivelmente influenciou uma porrada de bandas dos dias de hoje.

Olha aí Sunrise (Come my way), do segundo e melhor disco deles, Volcanic rock, de 1973.

A banda, como aliás era bem comum na época, ganhava nariz torcido de muita gente por causa das capas de seus discos – alguns deles tinham referências bem sexistas, como no caso de Only want you for your body, o terceiro disco, de 1974. Volta e meia, algumas lojas de discos se recusavam a vender os álbuns do Buffalo. O grupo, antes de se definir como Buffalo, chegou a se chamar Head (nome controverso, que aludia tanto a sexo oral quanto a drogas). E adiantou muita coisa que rolaria de rock pesado no país, já que surgiu antes do AC/DC e do Rose Tattoo (formado, por sinal, pelo baixista do Buffalo, Peter Wells).

A maneira como o nome Buffalo foi escolhido, por sinal, foi bem pitoresca. O grupo havia acabado de chegar a Sydney e conseguiu um agente, que, além de não gostar do nome Head (por causa das tais alusões controversas) convenceu a turma de que bandas com “B” na inicial eram mais bem-sucedidas (caso de Beatles e Beach Boys). “Ele enfiou um alfinete no mapa da Austrália e o nome mais próximo que começou com ‘B’ era ‘Buffalo'”, recordou o vocalista David Tice aqui.

Por sinal, tem um especial de TV de 20 minutos com o Buffalo no YouTube, feito em 1974 para o programa australiano GTK. E, lá pelo finalzinho, eles tocam justamente uma releitura de Paranoid, do Black Sabbath. Olha aí.

Por sinal, em 2013 o grupo chegou a voltar com o nome de Buffalo Reivisted, liderado pelo vocalista David Tice. Olha aí um vídeo.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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