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Cultura Pop

Klaus Nomi aterrorizando com The Twist, hit de Chubby Checker

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Klaus Nomi aterrorizando com The Twist, hit de Chubby Checker

The twist foi popularizada pelo cantor americano Chubby Checker em 1960. E (apesar de muita gente nem desconfiar disso) não só não era uma canção dele, como também não havia sido lançada primeiro por Checker. Tinha sido escrita e cantada um ano antes por Hank Ballard, um americano de Detroit que teve uma carreira bem duradoura e chegou a entrar no Rock And Roll Hall Of Fame em 1990, e que gravou sua própria composição com sua banda The Midnighters.

As duas versões, de Hank e Checker, nem são tão diferentes assim, e talvez a de Checker seja um pouquinho mais urgente e rapidinha (compara aí).

Chubby depois tentou popularizar outras danças, como o pony (em que o casal fazia esforço para imitar alguém andando de cavalo enquanto dançava) e voltou ao twist com Let’s twist again (1962), que não era de Ballard, mas de Kal Mann e Dave Appel. The twist, por sua vez, virou hit de verdade e foi relançada e regravada algumas vezes. Agora, o que muita gente não esperava era que Klaus Nomi, contratenor alemão que misturava ópera, new wave e música pop, regravasse The twist em seu primeiro LP, de 1981…

Klaus, talvez você saiba, foi um cantor cuja carreira surgiu em Nova York a partir dos anos 1970 (fazendo shows em cabarés) e que chegou a fazer backing vocal para David Bowie (por uma noite, no Saturday Night Live, em 1979). E que acabou sendo um dos primeiros nomes conhecidos da música a morrer de aids, em 1983. A versão de The twist feita por ele muda a letra: o “come on, baby” da abertura muda para “come on, humans”, e transforma o “mama” e “papa” em formais “father” e “mother”. Na época, foi uma canção que vendeu mais de trezentas mil cópias (foi quanto dizem por aí que vendeu o primeiro disco dele).#

Aproveite e pegue aí um show de Klaus em 1981 onde ele canta justamente… The twist.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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