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Cultura Pop

John Bonham e uma entrevista de três ou quatro frases

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John Bonham e uma entrevista de três ou quatro frases

Morto em 25 de setembro de 1980, o baterista do Led Zeppelin, John Bonham, deu uma de suas últimas entrevistas quando resolveu fazer uma aparição no programa Alright now, levado ao ar pela estação britânica ITV entre 1979 e 1980.

Bom, “deu” entrevista é maneira de falar, já que o batera do Led Zeppelin (bastante simpático na ocasião, diga-se) resolveu responder todas as perguntas do cantor-ator Billy Connoly – que era um dos apresentadores do programa – de forma bastante monossilábica. Billy começou o vídeo mostrando as cenas de Bonham no filme The song remains the same, em que ele toca bateria feito um animal, passeia com a mulher, brinca com o filho Jason (um minibaterista, à época). Depois senta-se com Bonham, que ouve a pergunta: “Você se considera o melhor baterista do mundo?” “De jeito nenhum”, responde.

“Demorou anos para você aprender a tocar daquele jeito?”. “Não, de verdade”.

“Você no filme dirige carros, motos, joga sinuca… Demorou muito pra você aprender a fazer isso daquele jeito?”. “Poucos meses!”, responde, rindo.

John Bonham era de poucas palavras, tinha lá suas crises de humor durante as quais era bom não ficar perto (certa vez atacou uma divulgadora da gravadora Atlantic, por antipatizar com a maneira como foi olhado por ela – o caso está no livro Led Zeppelin: Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra, de Mick Wall) mas foi gente boa na entrevista. Há testemunhas. Olha esse comentário do vídeo no YouTube aí.

John Bonham e uma entrevista de três ou quatro frases

“Eu estava lá. John Bonham apareceu num carro hot rod que ele mesmo contruiu. Ele foi super legal com os fãs. Falei com ele sobre Led Zeppelin e o festival de Knebworth, que tinha sido um ano antes. Rory Gallagher e Dr Feelgood, com Wilco Johnson, tocaram depois. Grande noite. Acho que ele e Connoly acharam engraçado, porque ele nunca dava entrevistas e continuou sem dar. Depois ele passou um tempo falando com alguns de nós e se mandou no seu carro”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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