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Cultura Pop

Jogaram todos os episódios do Garoto Enxaqueca no YouTube

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Jogaram todos os episódios do Garoto Enxaqueca no YouTube

Em 1992, a história em quadrinhos Migraine Boy (“garoto enxaqueca”, fim) começou a ser publicada pela revista Hype!, de Seattle. O autor era Greg Fiering, cujo trabalho acabou se tornando conhecido a ponto da HQ migrar para outras publicações, como Spy, Flagplole magazine e Village Voice.

A tirinha era sempre publicada em preto e branco, com poucos quadrinhos, e tinha um plot absurdamente simples: um garoto mal-humorado que vivia com enxaqueca, e morava uma casa com quintal típico das habitações suburbanas dos EUA, era constantemente procurado por um vizinho (o “garoto aspirina”, como passou a ser chamado pelos fãs) que queria fazer amizade com ele, mas só dava mancada.

O garoto ganhou destaque a ponto de Greg ser chamado pelo R.E.M. para fazer a capa do disco Monster (1994) – com direito a uma aparição especial do Garoto Enxaqueca no encarte do CD. Michael Stipe, vocalista da banda, chegou a definir o Migraine Boy como “nervosismo impassível em um mundo plano e tranqüilo”. Foi o próprio vocalista que fez o convite a Greg.

Em 1996, dois anos após Monster sair, o sucesso do Migraine Boy chegaria à telinha. Hoje falando, parece que foram quase dois anos de temporadas. Mas o desenho animado do Garoto Enxaqueca teve apenas doze clipes curtos, produzidos pelo estúdio Greenhead Media, e levados ao ar pela MTV americana.

No Brasil, as aventuras do personagem foram ao ar (na MTV Brasil, por sinal) em 1997. Fez tanto sucesso que a emissora chegou a pensar em criar um similar nacional. A MTV mandou para o ar um Barraco, programa de debates apresentado por Astrid Fontenelle, sobre o tema “chatice”, girando em torno do personagem.

A Folhateen, encarte para adolescentes da Folha de S. Paulo, não perdeu tempo e entrevistou famosos sobre os “garotos enxaqueca” que eles conheciam. Luciano Huck disse que ele próprio era um garoto enxaqueca (“eu encho o saco e me cobro demais, sou muito perfeccionista”, falou). Serginho Groisman deu o cargo para o diretor de teatro Cacá Rosset. E pelo menos dois famosos (Elke Maravilha e Ricardo Confessori, baterista do Angra) disseram que o então presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, era o garoto enxaqueca.

Mas essa longa introdução era só para informar que jogaram no YouTube todos os episódios do Garoto Enxaqueca exibidos na MTV Brasil. Pega aí.

Ah, sim: em 1999 Fiering e o mesmo animados da série, James Dean Conklin, fizeram um desenho animado em curta-metragem (e colorido!) do Garoto Enxaqueca. Era Migraine Boy: The bet. Tá no YouTube também.

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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