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Cultura Pop

Jogaram documentário sobre Mick Ronson na web – veja logo!

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Jogaram documentário sobre Mick Ronson na web - veja logo!

David Bowie teve um número bacana de guitarristas e alguns deles (caso de Adrian Belew e Robert Fripp) tornaram-se seus parceiros. Mick Ronson, que esteve com ele de 1970 e 1974, não cuidou apenas das seis cordas. Chutou, cabeceou, agarrou, chutou e fez de tudo enquanto fez parte dos Spiders From Mars. Escreveu arranjos, dirigiu a banda, tocou piano e inspirou milhares de guitarristas ao redor do mundo com solos como os de “Life on mars?“. Até mesmo os maiores amigos e fãs de Bowie concordam que ele mereceria ter ganhado o crédito de co-autor em várias canções – o produtor Tony Visconti disse que todo mundo que tocou no disco “The man who sold the world” (1971) merecia crédito de autor, por exemplo, e nesse álbum Ronson dá seu toque de mestre em músicas como o proto-metal “She shook me cold“.

O trabalho de Ronson não se resumiu a Bowie, já que ele trabalhou com Morrissey, Bob Dylan, Lou Reed e até com Gilberto Gil (quando o baiano se exilou em Londres e gravou por lá). Ele também gravou solo: seu primeiro álbum individual, “Slaughter on tenth avenue” (1974) saiu na rebarba do sucesso de Bowie e galgou o nono posto das paradas. Também trabalhou bastante com o amigo Ian Hunter, da banda Mott The Hoople – recomendamos em especial um disco feito em dupla “Yui orta“, de 1990.

A novidade é que alguém jogou “Beside Bowie: The story of Mick Ronson”, documentário sobre o guitarrista, no Vimeo. Dirigido por Jon Brewer, o filme tem entrevistas com Angie Bowie, Lou Reed, Tony Visconti, Glen Matock, Roger Taylor (Queen) e vários outros nomes, além de algumas falas do próprio Bowie.

Veja logo antes que tirem do ar.

Via Dangerous Minds.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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