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Cultura Pop

A internet zoa o HomePod

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A internet zoa o HomePod

HomePod, a caixa de som inteligente da Apple, surge cercada de expecativas, após seu lançamento na WWDC 2017. Criada especificamente para música e contando com um forte sistema de som – sete tweeters e um woofer, além da promessa de um áudio em 360 graus sem deixar de lado os graves, tidos como ponto fraco de gravações digitais – ela… Bom, digamos que ela só não paga suas contas: é ligada à Apple Music, permite controlar playlists, ajuda a controlar aparelhos domésticos, acende e apaga as luzes da casa… Como tem a ajuda da Siri, assistente pessoal do iOS, você pode até fazer perguntas sobre o que está ouvindo para ela: se quiser saber quem é o baixista ou percussionista que está tocando, só falar com a assistente. O produto começa a ser vendido nos Estados Unidos e Reino Unido em dezembro, por US$ 349 (mais ou menos R$ 1.150). O site Tech Tudo diz que a Apple brasileira confirma a venda do HomePod no Brasil, mas ainda não tem data certa.

Agora, o que interessa mesmo é que o Twitter hoje ficou cheio de gente tirando sarro do formato um tanto estranho da nova caixa da Apple. Olha aí (via Bored Panda).

Acabou o papel.

Deem logo um pra ele.

Pode ser que depois de tanto desenhar novos visuais para a caixa nova de Apple e atirar a papelada no lixo, o design da empresa tenha tido uma ideia nova…

HomePodão.

Sua avó vai gostar.

Sua avó vai querer tricotar um pra você.

Esse HomePod é marca barbante…

https://twitter.com/Bioteufel/status/871810037009854466

Parece bastante…

Uma startup francesa já anda acusando a Apple de plágio, por causa da semelhança entre o Homepod e uma caixa acústica criada por eles.

E vamos admitir: geral zoa, mas muita gente já deve estar pensando: “Quem eu tenho que matar pra conseguir uma dessas?”. Nesse vídeo, Phil Schiller, vice-presidente de marketing global da Apple, explica muito tecnicamente como funciona o novo gadget. Baba aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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