Cultura Pop
A internet zoa o HomePod

HomePod, a caixa de som inteligente da Apple, surge cercada de expecativas, após seu lançamento na WWDC 2017. Criada especificamente para música e contando com um forte sistema de som – sete tweeters e um woofer, além da promessa de um áudio em 360 graus sem deixar de lado os graves, tidos como ponto fraco de gravações digitais – ela… Bom, digamos que ela só não paga suas contas: é ligada à Apple Music, permite controlar playlists, ajuda a controlar aparelhos domésticos, acende e apaga as luzes da casa… Como tem a ajuda da Siri, assistente pessoal do iOS, você pode até fazer perguntas sobre o que está ouvindo para ela: se quiser saber quem é o baixista ou percussionista que está tocando, só falar com a assistente. O produto começa a ser vendido nos Estados Unidos e Reino Unido em dezembro, por US$ 349 (mais ou menos R$ 1.150). O site Tech Tudo diz que a Apple brasileira confirma a venda do HomePod no Brasil, mas ainda não tem data certa.
Agora, o que interessa mesmo é que o Twitter hoje ficou cheio de gente tirando sarro do formato um tanto estranho da nova caixa da Apple. Olha aí (via Bored Panda).
Acabou o papel.
On case you were wondering how to mount your Apple #HomePod on the wall ? pic.twitter.com/L2D4Coq1cZ
— Chris Gledhill (@cgledhill) June 6, 2017
Deem logo um pra ele.
I have the perfect stand for the new Apple #HomePod pic.twitter.com/bPxX8mSM4E
— Raz (@raztweets) June 5, 2017
Pode ser que depois de tanto desenhar novos visuais para a caixa nova de Apple e atirar a papelada no lixo, o design da empresa tenha tido uma ideia nova…
Can't wait to get the Apple HomePod! #wwdc2017 pic.twitter.com/a4RmVzOMXK
— Agastya (@agastya_sood) June 6, 2017
HomePodão.
HomePod hands-on hidden in plain sight. #WWDC pic.twitter.com/rLdNebLLu3
— James White (@thecolourfool) June 5, 2017
Sua avó vai gostar.
Trying out the new @Apple #HomePod the cord is super thin, almost like string. It's as light as a ball of string. It's music twine…uh time pic.twitter.com/kYdmF3c10B
— Nate Hensley (@cogNATEive) June 7, 2017
Sua avó vai querer tricotar um pra você.
Already hard at work manufacturing the revolutionary new HomePod for you. #WWDC17 #HomePod pic.twitter.com/VULuI5cSRc
— ??? Jony Ive (@JonyIveParody) June 5, 2017
Esse HomePod é marca barbante…
https://twitter.com/Bioteufel/status/871810037009854466
Parece bastante…
iGuard. Now with male voice. #Homepodhttps://t.co/yNDDlEj59Y pic.twitter.com/n72AO1nCIa
— 9GAG (@9GAG) June 6, 2017
Uma startup francesa já anda acusando a Apple de plágio, por causa da semelhança entre o Homepod e uma caixa acústica criada por eles.
Apple's #HomePod looks a lot like this startup's speaker https://t.co/7wQbkFj2o1
— Variety (@Variety) June 7, 2017
E vamos admitir: geral zoa, mas muita gente já deve estar pensando: “Quem eu tenho que matar pra conseguir uma dessas?”. Nesse vídeo, Phil Schiller, vice-presidente de marketing global da Apple, explica muito tecnicamente como funciona o novo gadget. Baba aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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