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Cultura Pop

Gretchen foi Cuca do “Sítio do Pica-Pau Amarelo” por um dia nos anos 1980

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Gretchen foi Cuca do "Sítio do Pica-Pau Amarelo" por um dia nos anos 1980

Quando um astro do pop brasileiro é convidado para fazer a trilha de um especial infantil do maior canal de televisão de seu país, ele faz o quê? Bom, no caso de Guilherme Arantes, convidado em 1984 para fazer a trilha do especial Pirlimpimpim 2, ele decidiu chamar o poeta Paulo Leminski para dividir as parcerias – e saiu uma trilha bastante curiosa, jamais relançada (infelizmente) em CD. O sucesso de Lindo balão azul, que saiu no primeiro Pirlimpimpim (1983) em interpretação de Moraes Moreira, Bebel Gilberto, Baby do Brasil e Ricardo Graça Mello, acabou fazendo com que Guilherme fosse chamado para fazer as músicas da continuação – na qual imortalizou seu clássico Xixi na estrelas. Olha aí.

O Pirlimpimpim 1 era uma homenagem ao centenário de Monteiro Lobato e era uma espécie de spin-off do Sítio do Pica-Pau Amarelo, que a Globo ainda estava exibindo. Exibido no Dia das Crianças de 1984, o 2 era, digamos, uma criação muito livre em cima da obra do escritor, em que Guilherme fazia o papel de São Jorge e conviviam duas Cucas. A principal era a original, interpretada pela atriz Catarina Abdala (a mesma do Sítio, hoje a Dona Jô da série/filme Vai que cola). Mas o roteiro e a trilha sonora original previam a entrada na história de uma Cuca Rumbeira (!). Que era ninguém menos que… Gretchen. Infelizmente o YouTube só tem poucos segundos desse vídeo, que por sinal marca uma das raras aparições de Gretchen – cria de Silvio Santos – na Globo. Mas olha aí.

Muitos anos antes de virar meme conhecido em todo o mundo (e de aparecer no lyric video de Katy Perry), e igualmente muitos anos antes de Anitta surgir no cenário e montar o Show das Poderosinhas para crianças, a rainha do bumbum deixava os meninos malucos (foi isso o que aconteceu, ora bolas) num dos especiais infantis mais psicodélicos dos anos 1980. A música que foi para a voz de Gretchen foi Milongueira da Sierra Pelada, numa época em que a bola da vez era o garimpo do Norte do Brasil (quem dava shows memoráveis por lá era ninguém menos que Rita Cadillac, aliás – por sinal, você deve ter visto as duas juntas ontem no anúncio da série Glow, da Netflix).

“Poxa, mas não tem onde escutar essa música inteira?”. Tem sim, pega aí. De nada.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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