Connect with us

Cultura Pop

Googly eyes pelo mundo: já virou movimento

Published

on

Googly eyes pelo mundo: já virou movimento

Aparentemente, basta você colocar um par de googly eyes – olhos arregalados de brinquedo – em qualquer coisa, para que ela ganhe uma carinha assustada ou alegre. É nessa missão que acredita a Googly Eyes Foundation. É um movimento maluco e bastante alegre que se dedica a espalhar os olhinhos pelo mundo, em objetos expostos pelas ruas, ou placas, ou até mobiliário. Para (digamos) fazer parte e ter suas fotos publicadas no Instagram deles, é só mandar uma mensagem pelo aplicativo.

O site do movimento explica que espalhar googly eyes pelo mundo não é vandalismo. Até porque “os olhos são fáceis de serem removidos (têm adesivos) e qualquer um pode tirá-los. E eles já têm cola. Não aplique colas mais fortes”. Preenchendo um formulário do site, você ganha até olhinhos de graça. E eles pedem doações.

Olha aí alguns dos momentos do Instagram da fundação.

Googly eyes na Vila Madalena, em SP.

https://www.instagram.com/p/BI8uAcyjfRT/

Na Suécia.

https://www.instagram.com/p/BI5h57CDzei/

Numa lata de lixo em SP.

https://www.instagram.com/p/BIqZBphDRoP

Nem a placa de rua escapou.

https://www.instagram.com/p/BIa168CjShW

Muito menos o elevador.

https://www.instagram.com/p/BIgNMI2j_Js

Googly eyes entrando pelo cano

https://www.instagram.com/p/BII-AUOjMqI

Numa placa em Estocolmo.

https://www.instagram.com/p/BI0OY9zDoMN

E um sujeito chamado Vanyu Krastev criou o movimento Eyebombing Bulgaria. Olha aí o que ele já andou fazendo.

Googly eyes pelo mundo: já virou movimento Googly eyes pelo mundo: já virou movimento Googly eyes pelo mundo: já virou movimento Googly eyes pelo mundo: já virou movimento Googly eyes pelo mundo: já virou movimento

Via This Is Colossal

Foto: Divulgação/Googly Eyes Foundation (abre) e Reprodução/Eyebombing Bulgaria (as outras fotos)

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Acompanhe pos RSS