Cultura Pop
Flávio Cavalcanti indignadíssimo com a “epidemia” de rock nacional

Nos anos 1960 e 1970, o saudoso apresentador Flávio Cavalcanti não pensava duas vezes quando tinha que falar de um cantor que não gostava. Pegava o disco do coitado e quebrava no palco. Numa certa noite de 1986, ele não quebrou disco nenhum, mas resolveu atacar dois recentes lançamentos do rock brasileiro: a coletânea Rock grande do sul (com os novatos gaúchos TNT, DeFalla, Garotos da Rua, Replicantes e Engenheiros do Hawaii) e O rock errou, de Lobão. Por sinal, dois discos com “rock” no nome, e da mesma gravadora (RCA, hoje Sony).
“Reparem o que está por aí no mundo do rock. Uma coisa muito triste, muito triste. Um acorde bem desafinado, maestro, por favor”, pede Flávio, que por aqueles tempos era apresentador do SBT. “As epidemias de febre amarela e dengue… Uma doença mais antiga do que essas e sem cura é o rock. E a cada dia contamina todos os bobocas”, continuou, antes de ficar horrorizado com Tô de saco cheio, sucesso dos Garotos da Rua).
“O festival de bobagens passou também para capas de discos. O Lobão lançou um LP em que a prima e esposa dele aparece nua, e ele vestido de padre com um crucifixo ao contrário. E depois tem um trecho em que parece que ele quer vomitar”, apontou, antes de mostrar a balada Revanche (sucesso no rádio na época) e implicar com os “uouous” da música. “Eu não quero que ninguém concorde comigo, estou emitindo a minha opinião”, fez questão de dizer, apontando as garras para um complô de publicitários que fazia o público ouvir “aquilo”.
Flávio, que achou que Lobão estava “vomitando”, talvez se horrorizasse com outra faixa de Rock grande do Sul: Você me disse, do DeFalla, um dos melhores momentos do pós-punk nativo.
No disco, tinha também o punk sulista dos Replicantes, com A verdadeira corrida espacial.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.







































