Connect with us

Cultura Pop

First Avenue: imagens raras do rock de Minneapolis

Published

on

First Avenue: imagens raras do rock de Minneapolis

Aberto desde 1970 (e construído num antigo terminal de ônibus, uma edificação que data de 80 anos atrás), o First Avenue fica no centro de Minneapolis e se divulga como “sua danceteria no Centro desde 1970”. A nomenclatura “First Avenue” (é a rua onde ele fica localizado) começou a rolar de 1981 para cá, e antes disso a casa passou por diversas mudanças. Ao abrir portas em 1970, no rescaldo da psicodelia, se chamava The Depot. Em 1972, caiu de cabeça na onda do soul e da pré-disco music, e adotou o nome de uma franquia de clubes, Uncle Sam’s. Já transformado em First Avenue, o local chegou a aparecer em algumas cenas do filme Purple rain, do orgulho local Prince.

Quando o First Avenue comemorou quarenta anos em 2010, rolou uma vasculhada no arquivo de vídeos da casa, e eles subiram algumas imagens de bandas locais se apresentando por lá. Olha só alguns minutinhos dos punks do God’s Favorite Band no palco da casa.

O Husker Du, num ano especialmente produtivo (1985, quando lançaram dois discos e começaram a dar passos entre o punk e a elaboração musical), também foram outra atração local importantíssima a caminhar pelo palco da casa.

O Soul Asylum passou por lá e aparece aqui em 1990 (com direito, nos comentários, ao depoimento de um fã que diz ter pedido um autógrafo ao vocalista Dave Pirner e deixado o músico tão envergonhado na frente dos amigos que ele lhe ofereceu seu drinque).

Mighty Mofos, outra banda punk histórica de lá, aparecem tocando o single Mindreader no ano de seu lançamento, 1988.

Outro clássico da região, o Urban Guerrillas, esteve lá em 1985.

E essa barulheira é o Run Westy Run, capturado por lá em 1990 – o grupo se reuniu em 2013 e tocou por lá em março, aliás.

Quer saber mais sobre a casa? Confira o site e o Instagram do First Avenue.

https://www.instagram.com/p/BNApPSAgz3b

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Acompanhe pos RSS