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Cultura Pop

Fase inicial do Ministry de volta em coletânea

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Fase inicial do Ministry de volta em coletânea

O Ministry, aquela banda barulhenta do doidão Al Jourgensen, já foi um grupo de dance music liderado por um suposto careta – no caso, o próprio Al, que declarou à biografia Ministry: The lost gospels according to Al Jourgensen, escrita por ele em parceria com o jornalista Jan Wiederhorn, que não chegava nem sequer perto de drogas no comecinho da banda. Nessa época, ele tinha Stephen George como parceiro e era um dos orgulhos do selo independente Wax Trax, por onde havia lançado singles como I’m falling e Cold life.

Essa fase acabou chamando a atenção de um dos maiores nomes do mercado musical, Clive Davis, que contratou a dupla para a grandalhona Arista, sua gravadora. Saiu o disco With sympathy, em 1983, que anos depois Al disse detestar. O vocalista já deu declarações bem contraditórias em relação a esse época. Disse que foi pressionado pela gravadora a fazer dance music palatável, depois disse que descobriu o som pesado e sua vida mudou, e também chegou a falar que ouviu de Davis que o Ministry deveria parecer com o Wham! (que nem sequer era conhecido nos EUA em 1983).

O Ministry deixou a Arista, voltou para a Wax Trax (Al trabalhava no caixa da loja) e passou a gravar singles com uma sonoridade mais industrial e pesada. (Every day is) halloween, compactinho de 1984, virou um clássico dessa época. O grupo foi voltando aos poucos ao universo das turnês, foi contratado novamente por uma gravadora de porte grande (a Sire) e o resto é história. E a história continua até hoje, já que a banda lançou no ano passado o disco Moral hygiene.

Mas essa longa introdução é só pra avisar que a gravadora Cleopatra Records acaba de jogar no Bandcamp um relançamento da coletânea Ministry – Twelve inch singles, com 19 singles de 12 polegadas do Ministry, lançados entre 1981 e 1984. O disco havia saído pela primeira vez em 1987 e, agora, chega à web com duas faixas bônus inéditas: versões diferentes para I’ll do anything for you e Same old madness.

Na versão original e na versão com duas músicas a menos, o disco está no Spotify.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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