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Cultura Pop

Elvira Pagã e Tarso de Castro em 1985

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Elvira Pagã e Tarso de Castro

O vídeo abaixo, exibido pela Abril TV nos anos 1980 (diz ali que foi 1985), é aberto por um dos maiores ícones da história da televisão brasileira: a atriz e apresentadora Cristina Prochaska. Logo em seguida, vem Tarso de Castro, fundador do Pasquim e nome histórico do jornalismo nacional, num papo com a ex-vedete, cantora e atriz Elvira Pagã (1920-2003). Naquele momento, Elvira estava retirada do meio artístico e morava num quarto e sala num prédio em Botafogo (Zona Sul do Rio). Vivia uma fase mais esotérica e espiritualizada, bem distante dos tempos em que era atriz do teatro de revista e de clássicos brasileiros do cinema, como O bobo do Rei, Alô alô Carnaval (1936) e Aviso aos navegantes (1950).

Aos 65 anos e afirmando que “não tinha tantos anos quanto certa primeira página apregoou”, Elvira dizia nunca ter feito nenhuma cirurgia plástica e falava que captava “energias fluídicas do sol e do mar”. Tarso pergunta sobre a paixão dela por Fidel Castro (“ele também é apaixonado por mim”, disse) e pede a ela que mostre um de seus quadros, Vietnã. Elvira mostra também seus livros Adão e Eva e Eu e Cristo e avisa que estava fazendo um livro sobre os mistérios ligados aos extraterrestres e aos discos voadores.

Não era moleza acompanhar o ritmo dela durante o papo. Elvira caminha pelo apartamento e conversa sobre vários assuntos por minuto. Lembra das vezes em que foi presa, conta ter sido sequestrada pelo ator Errol Flynn e, sobre política, avisa que “estão querendo colocar uma farda no Tancredo (Neves)”.

Elvira, por sinal, tinha sido homenageada por Rita Lee em 1979 com Elvira Pagã. E Tarso de Castro (que é pai do ator e apresentador João Vicente de Castro) ganha documentário sobre sua vida em breve, A vida extra-ordinária de Tarso de Castro, dirigido por Leo Garcia e Zeca Brito. Tarso já havia tido sua história contada na biografia 75kg de músculos e fúria, de Tom Cardoso (Ed. Planeta), hoje esgotada.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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