Cultura Pop
Bryan Ferry, aquele sujeito barbudão, que gravou Velvet Underground

Deve haver alguma espécie de teoria da conspiração envolvendo Mick Jagger, Bryan Ferry, a modelo Jerry Hall e o crescimento de pelos faciais. O fato é que Jerry namorou Bryan a partir de 1975, e o trocou por Jagger em 1977. E isso após, segundo ela própria, toda uma estratégia de sedução fura-olho desenvolvida enquanto Jerry ainda era noiva do cantor do Roxy Music. O pé na bunda rendeu um clássico da discografia solo de Bryan chamado The bride stripped bare (1978), inspirado na instalação The bride stripped bare by her bachelors, even, de Marcel Duchamp.
https://www.youtube.com/watch?v=Q7q91uFu-2U
Outro fato é que, conforme você já leu aqui no POP FANTASMA, Mick Jagger, após começar a namorar Jerry, resolveu deixar crescer uma barba com a qual posou para colunas sociais, apareceu em festas e até, discretamente, figurou na capa do disco Emotional rescue (1980). Mick é o da esquerda, em cima (essa dica foi dada pelo amigo Jorge Malcher).

Olha aí Mick barbudão e seu mui amigo Keith Richards (esse, fora de órbita) entrevistados em 1980 na TV.
E o que pouca gente lembra é que pouco antes de Jagger resolver criar cabelo na cara, o próprio Bryan Ferry decidiu abandonar a gilete, pelo menos na hora de raspar os pelos faciais. Olha ele aí no clipe de um dos singles de The bride…. Nada menos que uma versão de What goes on, do Velvet Underground.
What goes on, uma vez que o Velvet não é uma banda conhecida por tratar de temas alegres, assusta por ser uma canção simples e otimista. Na letra, o narrador passa por altos e baixos, até que ouve de alguém “baby, seja bom e faça o que tem que fazer/você sabe que tudo vai ficar legal”.
https://www.youtube.com/watch?v=L2VjZGd8sDQ
Possivelmente um recado que Bryan, numa sofrência abissal, preferiu cantar. Assim como a letra de outra faixa de The bride…, Sign of the times, que cita o nome do disco. E outra música cujo clipe envolveu o adeus ao Philishave.
Quando foi apresentar What goes on na BBC, Ferry também não fez questão de fazer a barba. Vai ver Mick Jagger ouviu sua nova namorada dizendo “pô, até que ele era gato” e pensou sobre o assunto.
https://www.youtube.com/watch?v=GvGs-d_oC3M
Na capa do single da música, no entanto, Bryan ainda estava com o visual antigo.

Via Dangerous Minds.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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