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Cultura Pop

Bowie On Tape: museu virtual de fitas de David Bowie

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O Instagram @lovedavidbowie anunciou e fomos lá ver: fizeram um site, o Bowie On Tape, só para relembrar os lançamentos em K7 de David Bowie.

https://www.instagram.com/p/BhiutqPjhBP

Quem fez, fuçou direitinho. O site tem lançamentos de todos os lugares do mundo – inclusive do Brasil – além de fitinhas piratas e até cartuchos de oito pistas. E K7 singles.

Raridade: o primeiro lançamento britânico de The man who sold the world, de 1971, em fitinha. Na época, a Philips do Brasil seguia detalhadamente o modelo das fitas gringas. Parece até os lançamentos da mesma época por aqui. Evidentemente, The man… não só não foi lançado em 1971 por aqui em formato algum, como só chegou ao Brasil em 1990 pela EMI.

O lançamento americano da RCA em 1984, com uma capa que foi considerada a oficial por bastante tempo.

A versão iugoslava (!) de The rise and fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars (1972), lançada por um selinho local chamado Jugoton.

Até o momento, ninguém mandou para a turma do site alguma fitinha de Bowie lançada pela RCA brasileira nos anos 1970. De Brasil, tem esse Alladin Sane (1973) lançado pela EMI/Rykodisc em 1990. Incluía encarte com letras (minúsculas).

Versão japonesa do mesmo álbum, lançada pela RCA de lá, em 1983.

O recente Reality, de 2003, saiu em K7 na Indonésia, pela Sony local.

Como você já leu no POP FANTASMA, a CBS brasileira (hoje Sony) costumava traduzir os nomes das músicas dos discos lançados aqui pro português. Já no Uruguai, Let’s dance, disco de 1983 de Bowie, virou Bailemos.

No México também.

na Venezuela também.

Olha o 8-track de Ziggy Stardust, lançado nos EUA em 1972.

E o de Space oddity, na reedição de 1972.

Outro Ziggy Stardust em cassette. Só que em versão pirataça, lançada na Arábia Saudita. Atenção para “David Boowie” escrito na capa.

Em 1995, a CBS lançou essa coletânea de Natal em parceria com a Kodak. Conseguiu licenciar o fonograma em mono de Bowie com Bing Crosby, no especial de Natal dele de 1977, cantando Little drummer boy.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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