Cultura Pop
Quando a BBC fez um concurso de imitadores de Elvis

Pra você o melhor show de talentos da TV é o The Voice? Esquece. Em 2007, durante o mês de setembro, a BBC ultrapassou todos os limites possíveis e imagináveis levando ao ar o The world’s greatest Elvis, que escolheria o… melhor imitador de Elvis Presley.
A escolha do melhor imitador de Elvis era, digamos, bastante dura. Isso porque nada menos que trinta (!) imitadores do cantor passaram pelo palco da atração, dando bastante trabalho aos jurados – que eram nada menos que Joe Esposito, Craig Revel Horwood e Suzi Quatro.
Ao contrário do que costuma acontecer com o segmento de imitadores de Elvis, nem todos imitavam apenas a fase final do cantor, ou o período em que o astro fez shows no Hawaii. Havia gente imitando o não menos célebre visual de jaqueta de couro e camisa listrada, entre outras poses famosas do artista.
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Alguns dos imitadores de Elvis que concorreram ao cargo de “melhor do mundo” já faziam isso de maneira bastante profissional. Tinha gente que já fazia shows em Las Vegas, ou cantava hits como Always on my mind em teatrinhos pelos EUA e Inglaterra. Shawn Klush, o grande vencedor, era um americano que já havia até mesmo ganhado um concurso oficial realizado pela Elvis Presley Enterprises, em Memphis.
Olha aí a final do show, em que Shawn enfrentou o “pracinha” Gino Monopoli, do Canadá (e se deu bem).
O evento, que relembrava os trinta anos da morte do cantor, rendeu certa fama para Shawn. Em agosto de 2008, ele foi um dos participantes do alegado “maior tributo a Elvis Presley”, no Bolton Arena, em Lancashire. O show era para ser uma Disneylândia dos fãs de Elvis: os participantes cantariam ao lado do The Sweet Inspirations (grupo vocal que acompanhou o artista entre 1969 e 1977) e do baterista DJ Fontana, que tocou em 460 faixas do Rei. Na época, teve gente fazendo vídeos desse show.
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Shawn levava (leva, enfim) a sério o tal papel de imitador de Elvis. Até deu um depoimento ao site Mental Floss lembrando sua trajetória: o cantor era ídolo de seu pai, e aos 3 anos, ele já cantava e dançava ao som de Elvis. “Eu não assisti nada para praticar ou imitar. Não parei na frente de um espelho. nunca fiz isso. Não sei como cheguei onde estou, mas há algo que acontece todas as vezes antes de eu subir no palco que me assusta. É a ansiedade a ponto de você não conseguir controlar”, afirmou.
O investimento de Shawn foi, digamos, violento: o imitador cismou que precisava “ser quem Elvis era”, e gastou uma grana enorme para fazer botas e ternos como os que ele usava. “As botas San Remo não são mais feitas. Levei um par a um fabricante de botas e disse: ‘Você pode replicar isso no meu tamanho?’ E ele disse: ‘Sim, sem problemas: cinco mil dólares'”, afirmou. Isso fora o gasto com guitarras Gibson, as únicas que ele usava no palco.
E isso aí é o campeão do concurso da BBC em 2019 no palco, em Birmingham.
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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