Connect with us

Cultura Pop

As melhores músicas de David Bowie, por Iggy Pop

Published

on

As melhores músicas de David Bowie, por Iggy Pop

A morte de David Bowie foi, como se pode imaginar, um enorme golpe para Iggy Pop. Quando o parceiro dele em China girl morreu no comecinho de 2016, Iggy divulgou um comunicado no qual dizia: “A amizade de David era a luz da minha vida. Eu nunca conheci uma pessoa tão brilhante. Ele era o melhor que existiu”, escreveu.

A Far Out Magazine recorda que, logo depois, foi a vez de Iggy prestar uma homenagem (de duas horas!) ao amigo no seu programa Iggy Confidential, que vai ao ar na BBC 6. O programa não está mais online. Iggy escolheu todo o repertório de memória. “Peguei um pedaço de papel e uma caneta, fechei os olhos e apenas me lembrei do que gostava em momentos diferentes”, disse.

Quando apresentou Wild is the wind, música gravada por Bowie no disco Station to station (1976), lembrou que a música foi gravada no Cherokee Studios, e que “era apenas um típico e bom estúdio de rock’n’roll, de um cara que era ligado a um outro sujeito que sempre tinha uma montanha de drogas. E havia pessoas com cabelos longos demais para seus corpos indo e vindo em carros estranhos. E namoradas estranhas”. Na época, você deve lembrar, Pop foi tirado por Bowie de uma clínica de recuperação para aquela que seria a primeira turnê realmente profissional de sua carreira solo. Iggy foi para Berlim Ocidental com Bowie, teve The idiot e Lust for life produzidos pelo amigo, e o resto é história.

Olha aí a lista de músicas apresentadas por Iggy Pop: Boys keep swinging’, Art decade, John I’m only dancing (versão sax), Black country rock, Station to station, What in the worls, Wild is the wind, Scary monsters (And super creeps), The prettiest star (single version), Moss garden, Panic in Detroit, Dirty boys, Moonage daydream, Sound and vision, Under pressure, Diamond dogs, Criminal world, Where are we now?, I can’t give everything away, Stay (US single edit), TVC 15, Young americans (single version), Golden years (single version), Alladin Sane, Dollar days e Warszawa.

O programa não está mais no ar, mas se você quiser ter uma ideia de como foi, olha a playlist da Far Out aí.

Uma curiosidade sobre Iggy Confidential: o velho stooge costuma tocar música brasileira em alguns programas – Jorge Ben já apareceu algumas vezes. Numa das últimas edições, tocou nada menos que Velha infância, dos Tribalistas. Ouve aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement