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Cultura Pop

Elson do Forrogode nas vozes de Antonio Fagundes e Tony Ramos

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Elson do Forrogode nas vozes de Antonio Fagundes e Tony Ramos

A morte do sambista Elson do Forrogode, que aconteceu nesta quinta (2), fez uma turma relembrar nas redes sociais uma versão, digamos, inesquecível, de um clássico gravado pelo cantor e compositor. Talismã – escrita na verdade pela dupla Michael Sullivan e Paulo Massadas – tinha feito sucesso com Elson do Forrogode em 1989 no disco Alô Brasil, que o trazia de volta ao mercado (ele gravara alguns discos nos anos 1970 e participou de festivais, mas tinha ficado um bom tempo sem gravar nada).

Em 1990, a música fora regravada por Leandro & Leonardo no mesmo disco que tem Pense em mim e fez mais sucesso ainda. Agora o que você vai querer lembrar para o resto da vida é de ANTONIO FAGUNDES e TONY RAMOS cantando o sucesso imortalizado por Elson e L&L.


Bom, esse vídeo aí da dupla Antonio & Tony (eita) fez parte de uma campanha de fim de ano da Rede Globo realizada em 1991. Era a famigerada “Invente, tente, faça um 92 diferente” (lembra?). Nos vídeos, artistas e até jornalistas e locutores da estação apareciam fazendo coisas que ninguém imaginava que eles fariam, com resultados bons, interessantes e, em alguns casos, desastrosos. Tinha Fátima Bernardes dançando, Galvão Bueno jogando sinuca, Fabio Assunção tocando rock no violão ao lado do amigo Marcelo Serrado (este, na gaita). Também tinha Xuxa e Grande Otelo cantando Boneca de piche, Sergio Chapelin interpretando a letra de Cotidiano, de Chico Buarque… E tinha isso aí: Tony Ramos ao lado do Fagundão. Este, com o mesmo bigodão que usara para interpretar o cafajeste Felipe Barreto, da novela O dono do mundo (1991) – e que ironicamente até fazia lembrar um pouco a fisionomia do próprio Elson.

Olha outros vídeos dessa campanha aí. Fuçando o YouTube dá para achar uma porrada deles.

https://www.youtube.com/watch?v=U-ssqWW8ze4

https://www.youtube.com/watch?v=Qqio_B787XU

Roubado de Kayo Iglesias e Kamille Viola

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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