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Cultura Pop

1977, o ano do sintetizador no Top Of The Pops

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1977, o ano do sintetizador no Top Of The Pops

1977, o ano do sintetizador no Top Of The Pops

1977, o ano do levante punk, da disco music, da rivalidade entre os dois etc, etc e etc. E o ano em que, pra onde quer que você olhasse, havia um sintetizador nas paradas. Podia ser até na sua banda punk preferida (caso dos Stranglers), mas hits da disco music, da própria música eletrônica e do comecinho do synth-pop eram o ambiente ideal para eles.

O Top Of The Pops, paradão britânico de hits, não negou isso. Tanto que numa noite qualquer de 1977, seu chart era povoado de hits sintetizados. O concorridíssimo countdown da abertura do programa – que mostrava os 30 sucessos da semana, do último ao primeiro lugar – tinha o punk do The Adverts, o rock clássico do Ram Jam e do Elvis Presley. E o progressivo do Yes. Mas tinha também Jean Michel Jarre, Giorgio Moroder, Space, Donna Summer, The RAH Band etc.

Alguém subiu esse vídeo maravilhoso pro YouTube e imortalizou na internet aquela que talvez tenha sido a primeira e única vez que uma atração televisiva botou um corpo de baile (o Legs & Co., criado para participar do Top of the pops) para fazer coreografias ao som de Oxygéne pt 4, de Jean Michel Jarre.

As duas primeiras atrações são obscuridades dessa nova era de animação com os teclados. O Space era uma banda de space-disco que estava invadindo as paradas com o hit Magic fly.

https://www.youtube.com/watch?v=GnOrpE7wjwk

Já a RAH Band conseguira o mesmo sucesso com um de seus primeiros hits, The crunch, que vem na sequência. A banda era uma espécie de quase-pré-Daft Punk, cujos integrantes subiam ao palco mascarados, embora isso não fosse mandatório. Nas capas dos discos, mostravam suas caras. E o RAH do nome vinha de uma figurinha bem conhecida. Era Richard Anthony Newson, que trabalhara como arranjador de um número volumoso de artistas – o arranjo de cordas de The long and winding road, dos Beatles, foi feito por ele. Nos discos, era o próprio Richard que tocava todos os instrumentos.

Lá pelos 6:40 do vídeo, quem dá as caras é ninguém menos que Giorgio Moroder, produtor-artífice da disco music. Giorgio lançava o disco From here to eternity, que já estava nos primeiros lugares, e esclarecia vinha trabalhando há alguns anos com Donna Summer (“fizemos recentemente I remember yesterday“, esclarece). O balé volta com a música From here to eternity.

https://www.youtube.com/watch?v=30hr7DyAuAY

E no final, na falta de Donna Summer, tem o público dançando ao som de I feel love. Divirta-se!

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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