Cultura Pop
The Clash no Roxy: documentário da BBC no YouTube

Tido como uma espécie de CBGB’s de Londres, o Roxy fecharia suas portas em 1978, com pouco mais de um ano de existência. Tinha começado a agendar shows de bandas de rock em 14 de dezembro de 1976, caindo dentro do punk e convidando grupos como Generation X, Siouxsie And The Banshees e outros. Mas a inauguração de gala mesmo ocorreu no Réveillon de 1976, em noite que teve como bandas principais os Heartbreakers e o Clash. Entrevistados nos camarins e filmados no palco por Julien Temple, os rapazes do Clash ganharam uma cobertura do show tão ampla e tão significativa para a entrada do punk no mercado que, muito tempo depois (em 2014), o material guardado por Julien durante anos viraria um belo documentário da BBC 4, “The Clash: New year’s day 77”.
Alguém subiu – assista logo antes que alguém tire – todo o documentário do Clash no YouTube. A única notícia ruim é que é sem legendas. Mas é uma excelente maneira de comemorar o aniversário de 40 anos do primeiro disco do Clash, que comemora a data daqui a pouquinho, no dia 8 de abril.
Após a entrada do ano novo, muita coisa foi acontecendo na casa. Mais de trinta bandas tocaram por lá – entre elas grupos importantíssimos do estilo, como Sham 69, Slaughter and The Dogs, The Jam, The Lurkers. O DJ Don Letts, residente da casa, ousou misturar punk e reggae, modificando o gosto musical de muitos punks. E também fez várias filmagens em super-8, que resultaram no indispensável “Punk rock movie” (a gente fala disso outro dia). Mais: a Harvest, selo que pôs no mercado bandas como Pink Floyd e Deep Purple recentemente contratara os pré-hardcore do Wire, abraçava definitivamente os dois-ou-três acordes lançando a compilação “Live at The Roxy WC2”, com gravações de Wire, Buzzcocks, Slaughter & The Dogs, X-Ray Spex e outras bandas. Olha aí o disco, tirado direto do vinil.
https://www.youtube.com/watch?v=ndk16dQHnGU&list=PLMcy0o2aTxOZuw-wDGLybCGWnhfLyy2LH
Aliás, vai aí de bônus: quem tinha uma baita pinimba com o Roxy eram os anarco-punks do Crass, que chegaram a gravar uma música chamada “Banned from the Roxy”, em 1978. Curta aí.
https://www.youtube.com/watch?v=w0tCH8–vLM
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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