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Cultura Pop

Andy Warhol num episódio de “O barco do amor”, em 1985

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Andy Warhol num episódio de "O barco do amor", em 1985

Em sua nona e penúltima temporada, a série “Love boat” (no Brasil, na Globo, passou com o nome de “O barco do amor”) trouxe algumas novidades. A primeira delas era que o tema de abertura não era mais cantado por Jack Jones, mas por Dionne Warwick.

A segunda é que no episódio 3 (de 12 de outubro de 1985), intitulado “Hidden treasure/Picture form the past/Ace’s salary”, quem participaria de uma aventura a bordo do Pacific Princess (o tal barco) seria ninguém menos que Andy Warhol. Olha o episódio aí.

No episódio, a turma celebra a viagem de número 200 do navio, e Warhol, que chega com uma entourage, vai oferecer a um passageiro a possibilidade de figurar em seu próximo retrato. A atriz Marion Ross interpreta uma ex-integrante da trupe de Warhol, que teme que o artista a reconheça e revele seu passado secreto – o que provocaria horror em seu marido conservador, interpretado por Tom Bosley.

Victor Bockris, em “Warhol: The biography”, lembra que o rei da pop-art, morto em fevreiro de 1987, vinha cuidando bastante da saúde com vários procedimentos (que iam de dermatologia a uso de cristais), e que chegou no “barco do amor” com visual mudado, usando suéter preto Brooks Brothers, tênis Reebok, colete L.L. Bean e outras peças. “Ele parecia uma mistura de Stephen Sprouse (designer fashion que trabalhou com nomes como Debbie Harry e o próprio Warhol) e Tina Turner”, disse o fotógrafo Christopher Makos. “O visual dele era como um statement e nada cairia mal. Seu úitlimo look era chique como nunca”.

O namoro do independente Warhol com Hollywood não durou muito – após o episódio ir ao ar, ele reclamou com um amigo que a meca do cinema era formada por “idiotas que não vendiam arte, fediam”.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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