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Cultura Pop

Zakk Wylde no Guns N Roses: quase rolou

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Zakk Wylde no Guns N Roses: quase rolou

Nos anos 1990, Zakk Wylde era mais conhecido como “o guitarrista de Ozzy Osbourne”, já que vinha de excelentes trabalhos na banda do morcegão. E foi nessa época, em que o Guns N Roses não conseguia de jeito nenhum fazer um novo disco autoral (Chinese democracy, como você sabe, só sairia muito tempo depois), que o músico chegou a ser convidado para visitar a banda no estúdio e criar alguma coisa.

A suposta ida de Zakk para o Guns, que não rolo, foi tão confusa que ninguém entendeu nada. Slash ainda estava no Guns nessa época (sairia pouco depois), era amigo de Zakk e contou certa vez ao programa Meltdown que não entendeu nada quando viu o guitarrista aparecendo por lá. “Um pouco antes de eu sair, o Guns ensaiava em Santa Monica, e o Zakk apareceu. Eu sempre fui amigo de Zakk, mas no contexto do Guns, era algo estranho. A gente tocou juntos e… não foi culpa do Zakk, só não funcionou. Saí um pouco depois disso da banda”, relembrou.

Zakk acabou entrando para a longuíssima lista de músicos convidados a bater um papo musical com a banda quando o Guns (ou melhor, Axl) sentiu que o novo disco não ia sair com facilidade. “Isso foi como um desses movimentos desesperados quando algo precisa acontecer. Foi uma ideia louca que aconteceu. Acho que seria um pouco demais se Zakk e eu estivéssemos ali. Mas seria legal”, tentou contemporizar.

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Já Zakk chegou a afirmar que naquela ocasião, tocou com o Guns alguns riffs que ele depois reaproveitou nas primeiras músicas de sua futura banda, o Black Label Society. “Como nada aconteceu e eu tinha esses riffs guardados, eu pensei: ‘O que eu vou fazer agora? Acho que vou cantar sobre eles sozinho'”, afirmou.

Mas ele também disse que essa não-ida para a banda de hard rock mais bem sucedida dos anos 1980 lhe custou seu principal emprego: o posto de guitarrista na banda de Ozzy Osbourne. Rola certa confusão: Slash diz que foi em 1996, mas Zakk afirma que tudo aconteceu no meio da gravação de Ozzmosis (1995) e que ele teve mais alguns encontros com o Guns, que não foram para a frente.

“E aí o Ozzy falou, ‘Zakk, olha, a gente vai se preparar para entrar em turnê. Você vai tocar?'”, disse o guitarrista. “Ele até falou: ‘Você pode fazer as duas coisas, mas preciso de uma resposta sobre o que você vai fazer. O barco zarpa segunda ao meio dia. Você vai estar pronto pra ir ou não?'”.

Zakk lembra ter ficado esperando por uma resposta que não vinha nunca, e Ozzy acabou colocando Joe Holmes em seu lugar na turnê. O músico já tinha feito um disco solo naquele ano, Book of shadows, e reconheceu que não se sentia preparado para ser um cantor-compositor, “como James Taylor”, daí veio o reaproveitamento de riffs que deu no BLS. Apesar de ser amigo de Slash, ele recordou (num papo com o Musician Institute) que o próprio Axl – a quem ele nem conhecia – sugeriu seu nome e ligou para ele para convidá-lo.

Foto: Wikimedia Commons

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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