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Urgente!: Tudo que já dá pra saber sobre o suposto próximo disco de Lana Del Rey

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Lana Del Rey (Foto: reprodução YouTube)

O disco “novo” de Lana Del Rey – que a princípio se chama Stove, depois de mudar de nome algumas vezes – ganha mais um capítulo, em forma de single e clipe. White feather hawk tail deer hunter (“caçador de veados com cauda de falcão de penas brancas”) tem um nome que parece mais coisa de novelinha vertical, e indica que o clima tá tenso, meio rural gótico, mas bastante dramático e romântico, com Lana feliz da vida por estar vivendo com um homem alto, forte, espadaúdo, mais velho e com hábitos de sujeito rústico e viril (o guia turístico de pântanos Jeremy Dufrene, com quem se casou em 2024).

Por sinal Jeremy é um dos autores da faixa, ao lado da irmã de Lana, Chuck Grant, e do cunhado Jason Pickens – tudo em família, pois. E a letra tem lá seus momentos de sacanagem ao lado do romantismo: “ops, você acha que não tem problema? / postar a cana-de-açúcar dele (eita) / nossa, talvez devesse ter guardado para um amigo / melhor continuar colhendo margaridas para o Instagram”. Na produção, volta a parceria com Jack Antonoff – ou seja: estão garantidos sons com um baita peso emocional e que vão crescendo no ouvido. Antes, já haviam sido lançados os singles Henry, come on (11 de abril de 2025) e Bluebird (18 de abril de 2025).

O fato é que se alguém ainda achava que Lana iria voltar para um pop mais direto, pode (ao que consta) esquecer. Quanto à jornada de lançamento de White feather, ela já vinha atiçando os fãs desde 7 de fevereiro, dizendo que essa era sua favorita do álbum e que o clipe estava pronto. Pode ser que Stove esteja bem adiantado – aliás, ela disse recentemente que o disco sai “em breve”, porque o vinil leva cerca de três meses para ser fabricado. Fala-se em 21 de maio de 2026, mas tudo pode mudar.

Quanto às mudanças de nome, Stove começou como Lasso, com lançamento previsto para setembro de 2024. Depois virou The right person will stay, mirando maio de 2025. Aí atrasou de novo, mudou de nome outra vez e ressurgiu como Stove – e a data passou a “ser” janeiro de 2026 (não saiu nada, como é público e notório). A sonoridade aventada pro disco foi igualmente mudando: em 31 de janeiro de 2024, durante um discurso no NMPA Songwriter Awards, Lana encheu a bola de Antonoff e disse que os dois iriam “se aventurar no country”. Em 21 de agosto do mesmo ano, ela disse à Vogue que não se afastaria drasticamente de seus álbuns anteriores, mas que seria “uma produção country clássica, americana ou gótica sulista”.

Uma curiosidade: Lana volta sinistraça no single e no clipe novos (se não viu, veja lá embaixo, com direito a imagens de festinha entre amigos numa casa rústica, quinquilharias na garagem, cameos do marido e cenas dela enfiando a cabeça num forno de fogão). E fica bem difícil não achar que ela andou ouvindo bastante Ethel Cain, que vem fazendo sucesso com seus discos amedrontadores e concertos fantasmagóricos. A curiosidade é que há uma velha treta entre as duas, por causa de um envolvimento de Ethel com um ex de Lana (o cantor e compositor Jack Donoghue). E mais que isso: há uma diss track de Lana zoando Ethel.

Lana cantou nos shows uma música supostamente chamada All about Ethel e em agosto do ano passado, ela postou um vídeo dirigindo enquanto a música toca ao fundo, começando com o trecho “Ethel Cain odiou minha postagem no Instagram / acha fofo recriar minha pose de Chicago” – tudo por causa de uns posts semelhantes feitos por ambas envolvendo Jack. Na tal música, Lana ainda chama Ethel de “a garota mais famosa do Waffle House” (o New York Times chamou Ethel assim num perfil dela publicado em 2022, porque ela fez as fotos e a entrevista num restaurante da rede no Alabama – já Lana decidiu um ano depois aparecer numa Waffle House em Florence, no mesmo estado, que supostamente ela frequentava, e bancar a garçonete por um dia).

Enfim, essa história do supostamente futuro disco de Lana tá é enrolada. E o clipe de White feather hawk tail deer hunter tá aí.

Texto: Ricardo Schott – Foto: trecho do clipe

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Urgente!: Foo Fighters anunciam novo álbum “Your favorite toy” e soltam faixa-título

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Foo Fighters (Foto: Elizabeth Miranda / Divulgação)

Se alguém ainda tinha dúvida de que o Foo Fighters ia mesmo voltar logo, acabou: Dave Grohl e companhia oficializaram um novo disco, Your favorite toy. É o 12º álbum de estúdio da banda, o sucessor de But here we are (2023) e chega dia 24 de abril. E já vem puxado pela faixa-título.

O anúncio não caiu exatamente do nada. Nos últimos meses o grupo vinha deixando migalhas pela internet — primeiro dizendo que o álbum já estava pronto, depois soltando pistas meio enigmáticas. A coisa ficou mais evidente quando o site oficial virou uma página interativa cheia de trechinhos de músicas novas. Agora deu pra entender: era aquecimento.

  • Resenhamos But here we are aqui.
  • Temos episódio do nosso podcast Pop Fantasma Documento sobre FF aqui.

Um dos anúncios do grupo rolou no dia 24 de janeiro, durante o show dos FF no Estádio UTAS em Launceston, Tasmânia (Austrália). Durante o bis, eles tocaram Exhausted, do álbum de estreia homônimo de 1995, e Grohl avisou ao público no meio da música: “Voltaremos aqui mais cedo do que vocês imaginam. Eu sei quando voltaremos! Será antes do meu próximo aniversário (14 de janeiro de 2027), só para vocês saberem”, disse. “E talvez tenhamos um álbum inteiro novo com músicas que acabamos de terminar outro dia. Sei lá!”.

Agora, junto com a confirmação, eles liberaram a faixa-título, que está bem longe de um “só pra avisar que estamos vivos”. A música funciona como cartão de visitas do disco inteiro e, diz a própria banda, indica uma fase nova – menos ligada ao luto explícito que atravessava o álbum anterior e mais focada em energia direta, quase física. Rock de estádio, com muito senso melódico, e Grohl parecendo bastante influenciado pela energia do pós-punk, bem mais até do que pelo som dos anos 1990 que sempre marcou o grupo (embora tudo seja bem ruidoso e a música seja algo como um combinado The Cure + Hüsker Dü).

“A música foi realmente a chave que desbloqueou o tom e a direção energética do novo álbum”, explicou Grohl. “Nós a encontramos por acaso depois de experimentar diferentes sons e dinâmicas por mais de um ano, e no dia em que ela tomou forma, eu soube que tínhamos que seguir o seu exemplo. Foi o pavio para o barril de pólvora de músicas que acabamos gravando para este disco. Parece novo”.

Your favorite toy sai pela Roswell/Columbia. Ao contrário dos últimos três discos, em que o grupo teve Greg Kustin como produtor, dessa vez o próprio Foo Fighters produziu tudo ao lado do engenheiro de som Oliver Roman. Ilan Rubin, ex-Nine Inch Nails, ocupa a bateria depois da demissão de Josh Freeze (que já deu declarações sobre nunca ter entendido o pé na bunda que levou do grupo).

O álbum parece seguir a tradição do Foo Fighters: quando parece que vão desacelerar, eles aparecem com mais um capítulo grande. Resta ver se é reinvenção mesmo ou apenas a banda sendo… a banda — o que, para boa parte do público, já basta. Abaixo, você confere a lista de faixas e a capa do álbum.

01. Caught in the echo
02. Of all people
03. Window
04. Your favorite toy
05. If you only knew
06. Spit shine
07. Unconditional
08. Child actor
09. Amen, caveman
10. Asking for a friend

Texto: Ricardo Schott – Foto: Elizabeth Miranda / Divulgação

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Urgente!: Michael Stipe reaparece em Os Simpsons e reacende papo de volta do R.E.M.

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O site Stereogum jogou um veneninho esperançoso no retorno de Michael Stipe à Springfield: o eterno vocalista do R.E.M. participou de Homer? A Cracker Bro?, o último episódio da 37ª temporada de Os Simpsons. Detalhe: 25 anos após o grupo aparecer num episódio de Ação de Graças, quando Homer Simpson convenceu o R.E.M. a tocar num bar de garagem com uma desculpa ambiental meio fajuta.

Tom Breiham, do Stereogum, mandou essa: “Quantas vezes Os Simpsons trouxeram de volta participações especiais sem escalá-las como personagens recorrentes, como Phil Hartman ou Kelsey Grammer? Devem ter feito isso pelo menos algumas vezes nos últimos anos, mas não estou por dentro dos episódios recentes dos Simpsons nesse sentido”.

Nem foi só o Stereogum: Alexandre Matias escreveu no insta de seu site Trabalho Sujo que “o R.E.M. é outra ex-banda que está só ciscando repercussão pra ver se vale a pena voltar aos palcos”. Seja lá o que vem por aí, no último domingo, o final da temporada mostrou o ex-R.E.M. cantando uma versão zoeira de Everybody hurts. O hit anti-suicídio do grupo foi transformado em jingle sobre biscoitos sem migalhas (“Everybody Kirks, crumb times”), com o avatar de Stipe vestido igual ao clipe original da música.

A versão amalucada rola porque o episódio mostra Homer e Kirk Van Houten, pai do personagem Milhouse, abrindo juntos uma empresa de biscoitos sem farelo. Só que, mesmo com o sucesso da empreitada, a vida de Kirk “vira de cabeça para baixo depois de sofrer um episódio maníaco que o deixou deprimido” (segundo a sinopse original). Stipe ficou felizão de aparecer no desenho: “Fiquei extremamente lisonjeado por ser convidado a retornar ao universo de Os Simpsons, e particularmente com essa grande mensagem de esperança”, escreveu Stipe no insta da banda.

 

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Um post compartilhado por R.E.M. (@rem)

Michael não foi a única celebridade retratada no final da temporada de Simpsons. O episódio duplo (!) trouxe no primeiro dia Marge indo à Filadélfia para inscrever o Ajudante de Papai Noel na Exposição Nacional de Cães, e contou com participações especiais de vozes famosas da Filadélfia, como Questlove, Boyz II Men e Quinta Brunson, além de Noah Wylie, Katherine LaNasa e Taylor Dearden, da banda The Pitt.

O episódio de 2001 você recorda abaixo.

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Urgente!: Fcukers solta “Beatback”, mais um single do álbum de estreia previsto para março

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Fcukers (foto: Jeton Bakalli)

O duo nova-iorquino Fcukers (visto aí em foto de Jeton Bakalli) resolveu acelerar 2026: saiu na sexta-feira (13) Beatback, single novo com clipe dirigido pela própria vocalista Shanny Wise, típico futuro hit de pista indie. A faixa é mais um aperitivo do álbum de estreia Ö, que chega em 27 de março pela Ninja Tune, selo que anda escolhendo bem seus novos nomes. Antes disso o Fcukers já tinha liberado L.U.C.K.Y, então dá para entender o caminho: synths brilhando, refrões curtos e uma estética bem pop – sem o menor dilema por ser pop, vale dizer.

O momento é claramente de subida. O grupo tocou DJ set na festa do Grammy organizada pela revista W, entrou nos radares de artistas novos de Spotify e Amazon e ainda caiu no listão de criativos do ano de 2026 da Adidas, com direito a show numa loja da marca em Nova York. Ah, e sim: eles abrem shows do Harry Styles na turnê Together together no Brasil – tiveram enfim, o tipo de vitrine que muda carreiras.

Ö foi produzido por Kenneth Blume (o Kenny Beats), mixado por Tom Norris (Lady Gaga, The Weeknd) e tem toques do Dylan Brady, do 100 gecs, em três faixas. Gravaram tudo em duas semanas intensas logo depois de se conhecerem — o que talvez explique a sensação de banda recém-formada, só que já funcionando. Se Beatback for indicativo, vem aí um pop eletrônico feito para tocar alto.

  • Resenhamos o EP Baggy$$, de 2024, aqui.

 

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