Cultura Pop
Uma conversa franca com Peter Doggett

Quer saber de Beatles, pergunte a Peter Doggett. O jornalista britânico nascido em 1957 começou sua carreira na cobertura de música em 1980 – quando, do nada, virou editor de uma revista ainda no começo, Record Collector. Sob sua direção, a revista, dirigida a colecionadores de discos, passou a fazer bastante sucesso. Na época, o próprio Doggett ficou surpreso por sua carreira como jornalista musical ter começado aí, e logo como editor de uma revista. É um dos detalhes que ele revela numa conversa com a jornalista Daniella Zupo, para o canal de vídeos dela.
No papo, Doggett conta causos dos livros que escreveu sobre os Beatles. Uma das obras que ele escreveu, A batalha pela alma dos Beatles, é eternamente uma fonte aqui do Pop Fantasma: fala das brigas nos tribunais que aconteceram no fim da banda, do eterno “depois” que se seguiu ao fim dos Beatles e dos problemas da gravadora do grupo, a Apple. No papo (que tem contribuições do jornalista e produtor Marcelo Froes), Doggett fala um pouco sobre o fim do grupo e também sobre o que viu na série Get back, levada à web pelo canal Disney+. Existem fofocas a respeito de brigas físicas entre John Lennon e George Harrison, que nem a pau aparecem na série ou no filme que lhe deu origem, Let it be. Doggett diz que o material que foi para a Disney + revela apenas uma parte generosa do que aconteceu naquelas sessões.
Doggett também dá suas opiniões a respeito de uma figurinha que causou muitos problemas aos Beatles: o empresário-do-mal Allen Klein. E diz que o diabo era feio, mas fez uma ou outra coisa interessante. Vai no vídeo abaixo e curte.
Lembrando que Peter escreveu também outra pérola da nossa biblioteca: O homem que vendeu o mundo: David Bowie e os anos 1970.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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