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Cultura Pop

Um tape-deck que tocava VINTE FITAS CASSETTE EM 1972 (!)

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Um tape-deck que tocava VINTE FITAS CASSETTE EM 1972 (!)

Se você está aí felizão da vida com o número de discos que você consegue armazenar no seu smartphone por intermédio do Spotify, do Deezer ou do que o valha, vai ficar EXTREMAMENTE chocado com a redescoberta feita por um youtuber chamado Techmoan, que fez um vídeo mostrando as maravilhas do Panasonic RS-296US. Era um aparelho de fita cassette lançado em 1972, com peso de aproximadamente 18kg, que utilizava um sistema carrossel (comum em aparelhos de CD nos anos 1990) e tocava VINTE FITAS CASSETTE. Olha aí.

Esse tape deck gigante acabou não fazendo muito sucesso, e tinha lá seus defeitos: não podia gravar fitas, não podia adiantar a execução de músicas nem tocar o lado B antes do A – era para tocar tudo de cada fita em sequência e olhe lá. Só que compensava em algumas coisas. Pra começar, a execução das fitas podia ser programada, o que garantia a execução de aproximadamente 48 horas de música – ainda que, beleza, fosse impossível pular as faixas que você estava sem paciência de escutar. Era só girar um potenciômetro, apertar uns botões e tava tudo certo.

Um tape-deck que tocava VINTE FITAS CASSETTE EM 1972 (!)

Um tape-deck que tocava VINTE FITAS CASSETTE EM 1972 (!)

Evidentemente, garantia certos luxos que confirmavam aquele ditado de que “a tecnologia é a mãe da preguiça” – afinal, você não precisava levantar-se para mudar fitas, trocar lados e podia fazer uma programação para durar dias. E ele ainda vinha com um controle remoto. Só que (mal ae) o tal controle tinha fio, plugado no aparelho – o Techmoan não conseguiu encontrar um controle, mas mostra fotos. O youtuber também seleciona várias fitas e faz uma demonstração de como funciona o aparelho por dentro, removendo sua cobertura.

A propósito, o Panasonic RS-296US custava US$ 179 (dá uns R$ 583 reais, sem nenhum tipo de reajuste).

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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