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Cultura Pop

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

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Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

O que não falta são ideias para se colocar em livro. O músico e colecionador de discos Greg Wooten acaba de lançar Marred for life! (“estragado pela vida”), que traz alguns exemplares preciosos de sua coleção de discos com capas desfiguradas, rasgadas e com acréscimos bizarros feitos a caneta.

O colecionador de Los Angeles ficou atento ao fato de que tinha muita gente, er, customizando capas de LPs quando, há cinco anos, achou uma cópia de Bark, disco do Jefferson Airplane, com capa adulterada. “Alguém adicionou linhas desenhadas à mão de juntas e folhas de maconha em toda a parte marrom da capa”, ele lembrou em entrevista ao site Pitchfork.

Depois dessa descoberta, Wooten caiu dentro do universo das adulterações de capa: gente que põe bigodes em fotos, ou faz colagens malucas usando as capas dos discos. Ele avisa ao Pitchfork que a escolha não é aleatória. “Capas com apenas nomes escritos nelas não são suficientes”, diz ele. “Também deixo para lá desfigurações que são apenas nomes estações de rádio, a menos que tenham uma boa colocação. Tenho uma capa de Nina Simone com o prefixo da estação escrito nos dentes”.

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

Wooten, que já tem 1500 discos com capas adulteradas (ou mesmo capas que os donos dos discos fizeram à mão) diz que um dos discos mais castigados pelos fãs é (você deve imaginar) o White album, dos Beatles. Álbuns de Simon & Garfunkel também não ficam atrás. E uma das desfigurações mais legais é a da capa de Plays for fancy dancin’, disco de 1957 de Billy May: alguém desenhou um esqueleto com tinta branca numa mulher que aparece na capa. “É tão bem executado que parece que deveria ser o original”, conta.

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

Já a capa da trilha de Tubarão virou uma HQ que faz referência até a Yellow submarine, dos Beatles.

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

Wooten encontrou também uma coleção de discos em que o dono jogou as capas fora e desenhou as suas próprias, com canetas Sharpie coloridas. Olha aí o que ele fez com Exodus, de Bob Marley.

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

Um provável hater dos Rolling Stones arrancou a foto da capa de Their satanic majesties request e, no papelão que sobrou, desenhou os Beatles (!).

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

E olha só que legal essa mistura de The Doors com Kiss (!!).

Um cara fez um livro só com capas de discos desfiguradas

Alguém desenhou dois olhinhos nessa coletânea de John Denver. “Aqueles olhos arregalados de John Denver parecem tão impressionantes em papel dourado, trabalhados no design da capa”, disse.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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