Cultura Pop
Fã do U2 quer achar os compradores do primeiro compacto do grupo, de 1979


Antes do U2 gravar “U2-Three”, seu primeiro EP, para a CBS da Irlanda em 1979, o grupo já tinha ganhado um concurso do finado jornal irlandês “Evening Press” – que lhes deu 500 libras e a chance de gravar uma demo que seria ouvida justamente pela gravadora. A tal demo ficou mais ou menos. Mas depois, já sob os cuidados do empresário Paul McGuiness, fizeram o EP justamente pela CBS. Seria a primeira de várias gravações que a banda faria no Windmill Lane Studios, em Dublin.
“U2-Three” saiu em 28 de setembro de 1979 com apenas mil cópias, só na Irlanda (teve uma edição em cassette também). O U2 estava bastante focado em dar certo. Poucos meses antes, tinham até batido na porta de um dos selos mais bem sucedidos do momento, a RSO, do produtor Robert Stigwood, que lançara a trilha de “Os embalos de sábado à noite” e tinha Bee Gees e Eric Clapton entre seus contratados. Sem ligarem para o fato de que bandas com cara pós-punk possivelmente não estavam entre as preferências da gravadora, os quatro mandaram uma demo, tida como (lógico) não-aproveitável pela turma de Stigwood. Excelente para o U2, já que a RSO não conseguiria chegar ilesa à era do CD.

“U2-Three”, com três músicas escolhidas pelos fãs da banda num programa de rádio da Irlanda (“Out of control” no lado A, “Boy/Girl” e “Stories for boys” no B) chegou até a sair em CD num relançamento “de luxo” de “Boy” em 2008, mas ainda rende uns bons euros a quem quiser vender uma cópia original, ou até algum de seus seis relançamentos, colocados nas lojas entre 1980 e 1981. E também rende muito culto dos fãs, a ponto de um fã roxo do grupo ter criado um site, o u2-3.com, só para coletar histórias do EP e imagens dos disquinhos espalhados pelo mundo. Um dos objetivos de Oliver Deutsch é achar os fãs compradores dos primeiros mil discos lançados.

Pouco antes do EP, o U2 angariou vários fãs graças aos shows que fazia aos sábados de tarde no Dandelion Market de Dublin, dividindo o palco com outras bandas. Muita gente que manda mensagens para o site de Oliver lembra dessa época e até tinha relações com as famílias dos integrantes da banda. Ou conta histórias de como comprou o disco.


Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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