Cultura Pop
Toronto Rock And Roll Festival: polêmicas, velhos roqueiros e galinhas (!) na plateia

O efeito Woodstock chegou a Toronto, no Canadá, um mês depois da maior “feira de música e arte” do mundo. O Toronto Rock And Roll Festival, que rolou no Varsity Stadium, na Universidade de Toronto, em 13 de setembro de 1969, foi barbada. Na ponta do lápis, teve uma gama de atrações até mais consagradas do que Woodstock. Não teve o futuro ídolo Santana, que despontou em Woodstock. Mas teve um recém-lançado Alice Cooper, causando tumulto por causa do famoso “incidente da galinha” – quando uma penosa foi atirada ao palco durante o show dele e jogada por ele de volta ao público, que destroçou o bicho sem dó.
Teve uma série de nomões dos anos 1950 – que, ok, estavam em baixa na época. Bo Diddley, Gene Vincent, Jerry Lee Lewis (largando o piano e tocando guitarra em alguns números), Little Richard, Chuck Berry… essa turma toda tocou lá. Teve ainda The Doors e os também novatos Chicago e Tony Joe White. E ninguém menos que John Lennon, Yoko Ono e Plastic Ono Band.
E teve também uma série de produtos extraídos do festival, vários deles vendidos até hoje em disco e DVD, como Live peace in Toronto 1969, de Lennon & Yoko (1969), o filme Sweet Toronto, de D.A. Pennebaker, trazendo trechos das apresentações dos roqueiros mais experientes e de John, Yoko e Plastic Ono Band, e também as apresentações individuais de Berry, Little Richard e Lewis, já lançadas em VHS e DVD uma porrada de vezes. A novidade é que alguns desses vídeos estão no YouTube. Pega aí.
Tá aí o show todo de John, Yoko e Plastic Ono Band no festival. A ida do ex-beatle e de sua mulher para lá se mostrou uma aventura BASTANTE estressante, como o produtor Johnny Brower revelou nesse papo com a Noisey. Poucos ingressos haviam sido vendidos e os investidores ameaçavam cair fora. Figurona do rock de Los Angeles, o apresentador do evento, Kim Fowley, sugeriu que Brower ligasse imediatamente para John Lennon, “porque os Beatles gravaram músicas de Little Richard e Chuck Berry, John Lennon adora todos os velhos rock and rollers e você tem Gene Vincent no seu show”. Até tudo rolar, Brower teve que contar com o descrédito de radialistas (fundamentais na promoção do festival) e uma quase desistência do casal em ir ao show.
https://www.youtube.com/watch?v=uEqnT6Pr3iY
E teve a apresentação de Alice Cooper, na qual o cantor (que tá vindo aí pro Rock In Rio) destroça uma melancia sem dó e joga penas na plateia. E lá pelo finalzinho joga a tal galinha no público.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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