Cultura Pop
Botaram o “uivo de lobo” de The Joker, da Steve Miller Band, em todos os versos da música

Depois de alguns anos gramando no blues psicodélico, tinha chegado a hora da Steve Miller Band. O grupo (que como o próprio nome diz, era liderado pelo cantor, guitarrista e compositor Steve Miller) alcançou o sucesso de vez com o hit The joker, de 1973, que largava o direcionamento mais underground dos primeiros álbuns e encarava o rock mais direto e mais radiofônico.
O single conseguiu logo disco de ouro, e pôs nas rádios uma canção repleta de referências – incluídos ali desde o “space cowboy” da música Space cowboy, do próprio Miller, até o hit Lovey dover, da banda The Clovers. The joker determinou os passos que Steve Miller e sua banda dariam a partir de então, e a banda continuou tendo grandes vendagens até o meio dos anos 1980. Aliás, anos depois de lançada, em 1990, The joker foi relembrada por um comercial da Levi’s e alcançou um público novo.
Uma das coisas que mais chamam a atenção na faixa é o barulho que o próprio Steve faz na guitarra base – que costuma ser chamado de “uivo de lobo”. Ele surge logo após o verso “some people call me Maurice”.
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O próprio Steve disse certa vez que fez o ruído espontaneamente quando estava tocando a música no estúdio e sua namorada adentrou o recinto. “Apenas fiz isso quando a vi, e todos disseram: ‘É isso aí, cara'”, afirmou à Guitar Player. “Acho que tinha um pedal de overdrive e, claro, há wah wah nele para o ruído do lobo. A música foi literalmente feita em duas horas. Cortamos a faixa, fiz os overdubs e estava pronto. É uma melodia estranha. Não sabia se era algo de que realmente gostava quando estava trabalhando nisso”.
Mas essa introdução curta é apenas para avisar você de que um sujeito com muito tempo livre decidiu fazer uma versão de The joker com o “wolf whistle” a cada verso da faixa. Vai encarar?
Steve Miller Band’s ‘The Joker’ but the Wolf Whistle Happens After Every Line pic.twitter.com/4Wyt9kBlpi
— Matthew McVickar (@matthewmcvickar) February 19, 2021
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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