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Cultura Pop

Squeezer (não é Squeeze!): aquela banda underground que fazia som pra rádio

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Reconhecer na loja a capa de Joy jell fantasies, disco de estreia da banda norte-americana Squeezer (1974), era molezinha. A gravadora do grupo, uma etiqueta pequena chamada Now, encomendou à Kittyhawk Graphics – empresa que pertencia a ninguém menos que Dean Torrence, da extinta dupla de surf music Jan & Dean – uma capa dupla cujo desenho imitava uma embalagem de pasta de dentes. Digamos que chamava BASTANTE a atenção, mas não ajudou muito a banda a marcar época ou a ficar famosa. Nem mesmo como quase homônimo de um grupo inglês que surgia naquele mesmo ano, o Squeeze.

Squeezer (não é Squeeze!): aquela banda underground que fazia som pra rádio Squeezer (não é Squeeze!): aquela banda underground que fazia som pra rádio Squeezer (não é Squeeze!): aquela banda underground que fazia som pra rádio

O Squeezer vinha de um lugar que, pelo menos na época, parecia improvavel de gerar uma banda de muito sucesso – Albuquerque, no Novo México. Na formação, tinha Tony Francis (voz, guitarra), Michael Dale (baixo, voz), Ernie Archibeque (bateria, voz) e Larry Alcorn (guitarra, voz). O único disco do grupo revelava uma banda que teimava em fazer música pop no underground. O som de músicas como Abigail, Bright & mobilized e Words era ligado ao glam e ao soft rock. Não tinha nada a ver com heavy metal, proto-punk ou outras sonoridades que poderiam tirar a banda das rádios. Muita coisa lembra diretamente Wings e Electric Light Orchestra.

O Squeezer não conseguiu fama, mas pelo menos um integrante do grupo virou lenda no rock de Albuquerque: o baterista Ernie Archibeque, que depois virou vocalista. Chegavam a comparar a voz dele com a de Steve Perry, do Journey. Ele morreu em 2003. Olha o obituário dele aqui.

Fizeram essa homenagem a ele no YouTube.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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