Cultura Pop
Siouxsie & The Banshees metendo medo na TV em 1984

O Play at home era uma atração bem interessante na emissora britânica Channel 4: levava artistas para fazerem o que eles bem entendessem na tela da TV. Quem aparecia no programa podia bater um papo em grupo, tocar ao vivo, mostrar a coleção de discos, etc. O XTC, por exemplo, foi ao programa e levou o público às suas raízes: fez uma visita à sua cidade natal, Swindow, na Inglaterra, mostrando algumas músicas de seu disco novo, The big express, além de promover um debate (!) sobre fama e falta de grana num café barato que a banda frequentava por lá. Você já leu sobre isso no Pop Fantasma.
E quem passou por lá também naquele ano de 1984, para uma aparição bem estranha no tal Play at home, foram Siouxsie & The Banshees. O grupo gravou um especial de TV que mais parecia um especial infantil do Clube da Criança Junkie, inspirado em Alice no país das maravilhas (com Siouxsie fantasiada de Alice e todos os integrantes da banda envolvidos numa festa do Chapeleiro Maluco), e com cenas que fariam qualquer criancinha ficar sem dormir. Cada integrante gravou um esquete: o baterista Budgie foi ao zoológico, Siouxsie apareceu contando uma história medonha, e vai por aí.

Se você vir o programa, vai reparar que Robert Smith, do The Cure, aparece logo no começo, num esquete maluco chamado Nothing’s so perfect. Smith andava afastado do Cure após várias brigas com Simon Gallup, e como já tinha sido um quebra-galho nos Banshees quando a banda perdeu o guitarrista John McKay, resolveu ficar em tempo integral no grupo – até porque naquele momento, tocar com Siouxsie parecia mais divertido e rentável. O problema é que o dia a dia dos Banshees não eram menos “agitados”: muita loucura e LSD em altas proporções. Possivelmente muito do clima desse especial de TV vem desses excessos.
Para quem ama o universo de Siouxsie, vale informar que o programa ainda tem músicas de projetos associados à turma dela, como The Glove (com Robert Smith e o baixista dos Banshees, Steven Severin) e The Creatures (com Siouxsie e Budgie).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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