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Cultura Pop

Revista Semanário: “E na pança de Xuxa, gravidez?”

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Revista Semanário: "E na pança de Xuxa, gravidez?"

Publicada entre 1988 e 1992 pela editora Azul – ramificação de “diversões” da editora Abril, que abarcava publicações como Contigo e Bizz – a revista Semanário costumava fazer propagandas em canais como SBT e Band. No número 3, uma das atrações eram as previsões para o resto de 1988 do Pai Celso de Oxalá.

Entre as previsões do pai de santo, estavam problemas no coração de Jô Soares, desarranjos na barriga de Xuxa (“e na pança de Xuxa, gravidez?”, diz a narração) e um possível sequestro de Gugu Liberato. E a eleição para presidente e prefeito de Silvio Santos. Que não rolou, como é público e notório.

https://www.youtube.com/watch?v=c2cy2-wUIDs&t=87s

Ele também previu a chegada de Ayrton Senna ao pódio como campeão do mundo da Fórmula 1 – que rolou naquele mesmo ano, no GP do Japão.

https://www.youtube.com/watch?v=WON0Bh6WwQY

A revista também fala de uma tal “filha ilegítima de Roberto Carlos”, que na verdade é Ana Paula, filha do primeiro casamento da primeira mulher do Rei, Cleonice Rossi, que ele tinha adotado quando ela era criança. Ana morreu em 2011.

Já aqui, você confere o comercial de 1988 da revista Minha, que também anunciava na Band, e que trazia reportagens como “a Aids e o beijo, é preciso ter medo?” e “22 cartas de tarô para desvendar os mistérios do amor, saúde e dinheiro” (publicações e reportagens sobre esoterismo viraram uma baita febre nessa época).

https://www.youtube.com/watch?v=7VkDEr1XSwo&t=60s

E aproveite e divirta-se com outro comercial da Semanário, que anuncia: “Escândalo nos bastidores: Rosemary pode ser mesmo filha da Hebe. Descubra onde mãe e filha se parecem mais”.

https://www.youtube.com/watch?v=7VkDEr1XSwo&t=280s

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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