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Cultura Pop

Relembrando: Their/They’re/There, “Analog weekend EP” (2013)

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Relembrando: Their/They're/There, "Analog weekend"

O math rock é um gênero do rock que qualquer jornalista musical ou fã de música geralmente é chamado/chamada para explicar em detalhes, quando ele surge em alguma conversa – uns e outros conhecem, alguns nunca ouviram falar e muita gente não tem certeza do que é.

A explicação mais básica que já li na vida é “emo experimental”. Tem quem fale em “um post-rock mais acessível”, o que responde por 20% da sonoridade (repleta de palhetadas, riffs e explosões de guitarra, além de vocais melodiosos e gritados, e clima trevoso). Muita gente tem certeza de que se trata do melhor exemplo de “punk progressivo” – enfim, o modelo mais exato de punks ligados em discos da fase anos 1980 do King Crimson (faz sentido).

Sim, dá pra confundir o tal do math rock com as batidas quebradas e a complexidade rítmica do pós-hardcore – e o nome vem do fato de uma turma enorme encarar as síncopes do estilo como algo “matemático”, já que muita coisa surge de improvisos que se transformam em parte da melodia ou do arranjo. Bandas como a americana The Battles ficaram famosas fornecendo um math rock experiente e “maduro” (John Stanier, baterista, notável do hardcore novaiorquino, ex-integrante do Helmet, fundou o grupo).

O papo chega numa das bandas mais bacanas e menos comentadas do estilo, o They / They’re / There, grupo formado por músicos da cena indie de Chicago, que existe desde 2011, e passou cinco anos desaparecido. O baixista e vocalista Evan Thomas Weiss, também da banda Into It. Over It., surpreendeu os fãs em 2016 afirmando que “chega de ttt, todos estão superocupados”, e justamente quando havia especulações sobre a gravação do primeiro álbum da banda. Evan, o guitarrista Matthew Frank e o novo baterista, Jared Kams, voltaram em 2020, soltaram em 2022 finalmente um primeiro álbum com uma sonoridade um tanto mais acessível, Their / They’re / Three, e deixaram para trás uma discografia inicial formada por singles e EPs.

Lançado em 10 de dezembro de 2013 (ainda com Mike Kinsella, também guitarrista e vocalista do American Football, na bateria), Analog weekend, o segundo EP do grupo, tem três faixas, treze minutos, tudo dividido entre distorções, ritmos quebrados, vocais melódicos e letras desencantadas. Riffs distorcidos, solos agudos e ritmos rápidos dão a cara da faixa de abertura, Curtain call, num tratamento sonoro até mais próximo do que costuma ser chamado de “emo”. É o disco também de New blood, uma espécie de samba-punk com ritmo meio dançante, meio indançável, com letra sobre inseguranças e solidões da vida. Travelers insurance, uma canção em várias partes, encerra o disco. Cada faixa fecha com alguns segundos de ruídos, como uma deixa para a próxima faixa.

Como a banda lançou dois EPs em 2013, sairia uma coletânea, T/T/T no mesmo ano. Mas a banda daria um belo tempo depois disso, deixando várias introduções para algo que por pouco, não acontece. Deixaram também o clipe de New blood, com sangue jorrando da torneira, da pasta de dentes, do copo d’água ao lado da cama e até da chuva.

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No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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