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Cultura Pop

Redd Blood Cells: White Stripes com baixo

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Redd Blood Cells: White Stripes com baixo

Se já quiser adiantar a comemoração do vigésimo aniversário de um projeto bem bacana lançado em 2002, tá aí: naquele ano, o baixista da banda punk Redd Kross, Steven McDonald, se apaixonou pelo disco White blood cells, da banda/dupla americana White Stripes. Gostou tanto que decidiu fazer uma versão do disco COM baixo, já que os WS, como você deve saber, restringiam-se a guitarra e bateria. Nasceu assim Redd blood cells, parceria pirata entre Jack White, Meg White e Steven.

Redd blood cells é um produto típico de uma época em que só tinha mato na internet, ou pouco mais do que isso. Steven ignorou que precisaria de autorização dos White Stripes para fazer qualquer acréscimo no material original da banda, trabalhou em duas faixas e liberou na internet.

A ideia original era fazer duas músicas por semana e tirar tudo do ar. Só que Steven não contava com o sucesso do projeto, que levou um monte de gente a visitar o site do Redd Kross – inclusive fãs dos White Stripes que nem conheciam a banda. Deixou tudo lá, mas precisou tirar tudo do ar assim que os arquivos completaram mais de 60 mil downloads. Ao que consta, os White Stripes curtiram a ideia, mas nem tanto, ou pelo menos a gravadora da banda se importou.

Bom, Steven tirou do ar, mas a internet não deixa o projeto descansar. Você acha tudo no YouTube.

E mais: os áudios não estão mais no site da banda, mas Steven e o Redd Kross têm orgulho do projeto – que de fato, garantiu mídia para o RK num período em que ninguém estava falando tanto assim da banda. Tanto que até hoje no site do Redd Kross tem um blog (em inglês) revelando como Redd blood cells foi feito.

“Talvez eu devesse ter tentado entrar em contato com Jack e Meg antes de lançar essa nova seção em nosso site ousadamente. Espero que qualquer pessoa envolvida com o White Stripes veja isso como o tributo que eu pretendia que fosse”, afirmou Steven, dizendo que a ideia não era mostrar que a música da dupla estava inacabada ou incompleta. “Sei que muita gente poderia usar minhas interpretações como o argumento perfeito contra o uso do baixo em sua música”, diz ele, que teve como música preferida no disco, por muito tempo, I’m finding it harder to be a gentleman.

Bom, na época, Redd blood cells encontrou uma boa mídia: Pitchfork e New York Times deram o projeto, e ele fez sucesso. Quando colocou a última nota no disco, Steven estava um tanto quanto envergonhado de ter feito aquilo sem nem pensar que a dupla poderia ter odiado tudo. “Me importo com o que eles pensam, e a última coisa que quero é ficar envergonhado por isso. Dito isso, o que diabos eu tenho feito nas últimas 8 semanas ou mais?”, disse ele no diário, afirmando que só tinha estado com Jack White no máximo cinco minutos em toda a sua vida, e com Meg menos tempo ainda.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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