Cultura Pop
Quando os Beastie Boys homenagearam (ou zoaram, sei lá) o Pink Floyd num clipe

Teve aquela vez em que os Beastie Boys resolveram homenagear ou sacanear o Pink Floyd e criaram um universo bem parecido com o do filme do grupo progressivo britânico gravado na Pompéia. O grupo americano de hip hop decidiu fazer o clipe de Gratitude num cenário tão deserto quanto o do filme do Pink Floyd, só que escolheu levar a equipe de filmagem para um lugar chamado Rotorua, na Nova Zelândia.
Conhecida por ter um gêiser de 30 metros de altura, Rotorua já tinha sido usada como cenário para filmes locais, como Solo, de Tony Williams (1978), e o mais antigo Don’t let it get you, de John O’Shea (1966). Foi para lá que os Beastie Boys se mandaram para fazer o clipe do quarto single do terceiro disco, Check your head (1992). Que trazia uma novidade na vida do trio: após o segundo disco, Paul’s boutique, cheio de samples, a banda retornava com a formação “de rock” dos primeiros tempos, com Adam Horovitz na guitarra, Adam Yauch no baixo e Mike Diamond na bateria.
Gratitude também trazia outras novidades para quem era fã da banda desde o primeiro disco, Licensed to ill (1985). Apesar dos sorrisos meio irônicos do grupo no vídeo da canção, a música falava sobre gratidão, bons tempos que se foram (“e você sentiu falta deles/o que deu errado em seu sistema?”) e temas mais ligados ao budismo do que a qualquer outro assunto. No clipe, a zoação com o filme do Pink Floyd gravado no anfiteatro romano ainda tinha mais contornos: além de brincar com as imagens lentas e horizontais do vídeo do grupo progressivo, os Beastie Boys copiaram até o “Pink Floyd London” escrito a estêncil nos equipamentos. O site Feel Numb comparou esses dois momentos tanto em Live at Pompeii quanto no clipe do trio.

Acima, o clipe dos Beastie Boys

Acima, o filme do PF.
E olha aí o vídeo dos Beastie Boys, gravado ao lado de uma das piscinas de lama borbulhante de Rotorua.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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