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Cultura Pop

Quando Donald Trump declarou ser fã de Guns N Roses

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Quando Donald Trump declarou ser fã de Guns N Roses

É possível imaginar Donald Trump fã de Guns N Roses? Ok, é. Axl Rose costuma se apresentar com roupas nas cores da bandeira dos EUA, gravou sucessos ultraamericanos como Paradise city, e uma ex-porta-voz de Trump lembrou certa vez que o ex-presidente queria porque queria usar November rain em seus comícios. Não só isso: praticamente obrigou sua equipe a assistir ao clipe da música, dizendo que “era o melhor de todos os tempos”.

Por outro lado, Trump nao teve apoio nenhum da banda, muito menos de Axl Rose, na última eleição americana. Mas além da preferência dele pelo clássico do grupo, Trump e Guns chegaram a se encontrar certa vez, segundo o empresário Doug Goldstein, que trabalhou com o Guns N’ Roses entre 1991 e 2008. Em meio à sequência de shows realizadas pelo Guns N’ Roses no Madison Square Garden, em Nova York, no ano de 1992, o magnata e ex-presidente quis conhecer Axl e até se referiu a ele por um apelido nada usual.

>>> Donald Trump cagado na cueca – confira

“Fizemos cinco shows no Madison Square Garden em 1992. Ouvi alguém perguntar sobre mim, e quando vi, era Donald Trump. Ele pediu uma credencial, eu arrumei e perguntei o que ele estava fazendo ali. Ele respondeu: ‘Eu quero conhecer o Donald Trump do rock and roll'”, revelou Doug.

Mas como assim? “Ele me disse: ‘Sabe, Doug, quando você é um azarão, todos te colocam no topo. Imprensa, fãs, etc. E assim que você chega ao topo de fato, todos te puxam para baixo… Axl Rose é assim’. Daí, o apresentei a Axl após o show”.

>>> Tem um ex-vocalista do Kansas que toca na banda do advogado do Trump (!)

Doug disse também que considerava Trump gente fina e que o ex-presidente chegou a lhe dar um cartão, dizendo que se precisasse de qualquer coisa, era só ligar, a qualquer hora. O ex-empresário jura que nunca ligou. “Só usava o cartão para zoar por aí”, diz.

Via (entre outras coisas) Ultimate Guitar

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Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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