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Cultura Pop

Quadrinhos dos Alcoólicos Anônimos

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Quadrinhos dos Alcoólicos Anônimos

O uso de histórias em quadrinhos e animação para transmitir ideias “sérias” (ou para publicidade, o que muitas vezes dá no mesmo) já foi moda, fora do Brasil e aqui também. A Disney chegou a produzir, durante um período, desenhos animados sobre planejamento familiar (com apresentação do Pato Donald) e sobre… a história da menstruação. E quem comprava revistas em quadrinhos no Brasil nos anos 1970 e 1980 lembra que até mesmo o Governo Militar mandava fazer HQs lembrando histórias da Força Expedicionária Brasileira, de símbolos dasa forças armadas, etc. E aqui tem vários exemplos de publicidade feita com quadrinhos nos Estados Unidos nos anos 1950.

E olha só quem também usou quadrinhos para contar histórias (muitas delas bastante complexas e trágicas): o Al-Anon, associação de parentes e amigos de alcoólicos, ligada ao Alcoólicos Anônimos. Entre 1968 e 1974, a associação mandou fazer tiras, distribuídas em material próprio deles e do Alateen, divisão do A.A. para adolescentes. A utilidade das tiras como material para ajudar quem pega pesado no álcool é indiscutível. Se os roteiros resistem a uma leitura mais crítica e atualizada ou não, aí é outra história. Tire suas próprias conclusões – e procure o AA se tiver problemas com a bebida.

Quadrinhos dos Alcoólicos Anônimos

“It happened to Alice”: Uma garota, caixa de um supermercado, gosta de tomar um drinque com amigos após o fim do expediente. Casa-se com um marido que viaja bastante a trabalho (ela aparentemente deixa de trabalhar e vira recatada e do lar) e começa a beber muito. Boa parte da história se concentra em como o vício atrapalha seu casamento, fazendo com que seu marido queira pedir o divórcio e ficar com a guarda do filho.

Quadrinhos dos Alcoólicos Anônimos

“If your parents drink too much”: Uma menina em idade escolar vive com a mãe alcoólatra e precisa dar conta dos estudos e da rotina de dona de casa e baby-sitter dos irmãos. Um garoto lida diariamente com os pais, bêbados e violentos um contra o outro. E outro adolescente, cabeludo e revoltado, é filho de um pai alcoólatra que põe nele a culpa de todas as desgraças da família – e começa a beber.

Quadrinhos dos Alcoólicos Anônimos

“What happened to Joe”. Um rapaz trabalha como operário (ou engenheiro, a história não deixa claro), tem emprego estável, esposa dedicada e adora uma birita. Começa a beber mais e mais e vira um farrapo humano.

Quadrinhos dos Alcoólicos Anônimos

“Jane’s husband drinks too much”. Mais ou menos a mesma história, mas Jim é mais violento e destruidor. Sua mulher tem uma paciência inacreditável e decide ajudá-lo.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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