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Cultura Pop

Psychlopedia: o mistério de Genesis P-Orridge

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Psychlopedia: o mistério de Genesis P-Orridge

Em 1990, rolou uma treta no Thee Temple ov Psychick Youth. Genesis P-Orridge (1950-2020), criador do projeto Psychic TV e principal força criativa por trás do coletivo, abandonou o projeto que fundara.

O TOPY, como é conhecido, mistura vários outros coletivos artísticos, além de praticantes da chamada Magia do Caos (um tema bastante complexo, do qual um dia o POP FANTASMA vai falar).

O movimento ainda existiu por alguns anos, mesmo com a saída de Genesis, e em 2016 começou a ser feito até mesmo um documentário sobre o coletivo, A message from the temple, da diretora americana Jacqueline Castel.

Já Genesis passou a, além dos trabalhos musicais, se dedicar a outro movimento tão controverso quanto, The Process – surgido, por sinal, de um grupo ligado à produção do disco The process, da banda industrial canadense Skinny Puppy.

A maneira mais fácil de entender o TOPY à luz da cultura pop é saber que boa parte dos projetos criativos do movimento têm inspiração na magia de Aleister Crowley e na técnica de cut-up usada pelo escritor William S. Burroughs – que propunha a criação de um texto original a partir do corte-e-colagem de outros textos.

Os trabalhos de Genesis, tanto em vídeo quanto em música ou texto, abusavam disso, incluindo no bolo imagens perturbadoras como as dos filmes de Kenneth Anger, além de sonoridades vertiginosamente psicodélicas.

David Bowie foi grande entusiasta dessa técnica, usando-a em letras como as de Young americans, nas quais falava de diversos assuntos ao mesmo tempo e reunia vários fragmentos para contar determinadas histórias (ou até para não contar nenhuma história de modo formal).

Na época em que Genesis fez parte do coletivo, ele se dedicou a produzir muito material. Vários clipes inclusive foram exibidos em programas de música da BBC, já que o criador de projetos como Psychic TV e Throbbling Gristle sempre produziu ferozmente e ainda teve várias mutações em sua carreira, da psicodelia à música eletrônica e industrial.

E faz um tempo, reuniram vários materiais do Temple ov Psychick Youth no vídeo chamado Psychlopedia. Que alguém jogou no YouTube. Inclui desde entrevistas a clipes de músicas como Godstar (que, tudo considerado, foi um hit de Genesis e do Psychic TV).

O vídeo segue abaixo. Mas vale informar que a visão particular de arte de Genesis e de sua trupe incluía imagens perturbadoras, psicodelia às últimas consequências, som nas alturas e muita coisa que pode fazer mal a pessoas que têm convulsões por estímulos visuais. Pega aí (e clique aqui se não conseguir ver o vídeo abaixo).

Foto: Seth Tisue/Wikimedia Commons

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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