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Cultura Pop

Podcast: Teve especial com The Damned no ACORDE – confira!

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The Damned: discografia básica - descubra!

Se você ouviu o ACORDE neste sábado (10), presenciou um dos momentos mais plenos de orgulho da minha vida profissional: passei quase uma hora numa rádio FM no Rio (no caso, a velha de guerra Roquette-Pinto FM) tocando só The Damned, uma das melhores bandas de rock da segunda metade dos anos 1970. Eles fizeram o primeiro compacto do punk “New rose”, lançado em 1976. E tinham tudo para estar no mesmo patamar histórico dos Sex Pistols e do Clash: gravaram grandes discos, renderam excelentes histórias, tiveram grandes músicas. O clima bastante tumultuado dentro da banda – que teve muitas mudanças de formação e sempre brigou bastante – contribuiu muito para que isso NÃO acontecesse. O consolo para os fãs é que o Damned ainda está por aí, comemorando 40 anos de seu primeiro álbum, “Damned, Damned, Damned”. E relembramos alguns dos melhores momentos deles nesse episódio do programa. Se você perdeu, ouve aí e no volume máximo! (Ricardo Schott)

Confira aqui a discografia básica da banda e veja abaixo a lista de músicas do programa, que você escuta lá no fim do texto.

01 “New rose” (2:44) (do LP “Damned , damned, damned”, 1977)

02 “Machine gun etiquette” (1:48)
03 “I just can’t be happy today” (3:42)
04 “Plan 9, channel 7” (5:08)
05 “Smash it up, parts 1 & 2” (4:53)
(todas do LP “Machine gun etiquette”, 1979)

06 “Grimly fiendish” (3:50) (do LP “Phantasmagoria”, 1985)
07 “Alone again or” (3:38) (cover do Love, do LP “Anything”, 1986)

08 “Neat neat neat” (2:46) (do LP “Damned , damned, damned”, 1977)

09 “Wait for the blackout” (3:57)
10 “Dr Jekyll & Mr Hyde” (4:35)
11 “Hit or miss” (2:37)
12 “The history of the world, part 1” (3:45)
(todas do LP “Black album”, 1980)

13 “Rabid (Over you)” (3:44) (single, 1980)
14 “There ain’t no sanity clause” (2:29) (single, 1980)
15 “White rabbit” (3:00) (cover do Jefferson Airplane, single, 1980)
16 “Melody Lee” (2:07) (do LP “Machine gun etiquette”, 1979)

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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