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Cultura Pop

Aprenda a fazer couve-de-bruxelas com Paul Stanley

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O cantor e guitarrista do Kiss, Paul Stanley, resolveu se dedicar à cozinha de uns tempos pra cá. No ano passado, chegou a ser o responsável pela cozinha do Kiss Kruise, cruzeiro marítimo da banda. E dizem por aí que por causa da mania do músico com couve-de-bruxelas, os fãs da banda até adotaram o prato, e começou uma onda de gente cozinhando a iguaria.

Aliás, Paul adora exibir suas habilidades na cozinha pelas redes.

Pena que nem todo mundo gosta do prato.

Aprenda a fazer couve-de-bruxelas com Paul Stanley

“Pô Paul, valeu mas isso é nojento”

Seja como for, Paul insiste BASTANTE em mostrar as virtudes da couve-de-bruxelas e até deu uma chegada no Home & Family, do canal Hallmark, para ensinar como se faz o prato, ao lado de um marinado de frango. Olha aí.

Essa é a receita.

“Antes de mais nada, preciso enfatizar – não faço medidas

– Pegue uma boa quantidade de couves-de-bruxelas e corte-as pela metade. Ponha no vapor para suavizar.
– Em seguida, pegue Prosciutto e corte em pedaços de meia polegada. Cozinhe em uma frigideira com azeite até ficar macio. Remova o Prosciutto para uso posterior.
– Pegue as couves-de-bruxelas vaporizadas e coloque na mesma frigideira.
– Use cerejas secas de qualquer supermercado, pegue um saco de cerejas secas. Eu uso cerejas secas Mariani. Coloque um bom punhado na panela e deixe cozinhando junto.
– Adicione Prosciutto.
– Em seguida, um vinagre balsâmico envelhecido de alta qualidade. Quanto mais grosso for, mais concentrado e mais doce.
– Adicione o suficiente à panela para revestir todos os ingredientes. Vá com muita sede ao pote.
– Em seguida, um copo ou mais de ralado Parmigiano-Reggiano e adicione.
– Salgar a gosto.
– Coloque uma grande tigela para servir e cubra com uma quantidade generosa de limão. Esqueça se você gosta ou não de couves de Bruxelas – nem aí pra isso. Para mim cozinhar é algo ligado a degustação e sensação. Se eu puder fazê-lo, você também pode”.

Aliás, olha aí o Paul dando uma de Ana Maria Braga ao vivo no cruzeiro do Kiss.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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