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Cultura Pop

Otis Redding revive (e muito) em seu Instagram

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Otis Redding revive (e muito) em seu Instagram

Nos 50 anos do hit (Sittin’ on) The doc of the bay, de Otis Redding, tá chegando aí um lançamento de ouro para fãs do cantor. A Rhino/Warner empacotou os sete álbuns de Otis numa caixa, The definitive studio album collection. Tudo saiu com a arte original dos selos da Stax/Volt e com o som mono dos LPs da época. Olha aí.

Morto em um acidente de avião em 9 de dezembro de 1967, um mês antes do lançamento do single, Otis não pôde ver o quanto The doc of the bay impactou a cultura pop. Tida como uma daquelas canções que explicitam qualquer tipo de sentimento – da felicidade no amor à melancolia pura – ela vendeu cerca de quatro milhões de cópias em todo o mundo. O álbum The doc of the bay saiu na sequência e virou o primeiro LP póstumo a liderar as paradas britânicas. O site Dangerous Minds fez há alguns dias um bom histórico da música.

Steve Cropper, guitarrista de estúdio da Stax e músico de Booker T. and The MG’s, produzira e co-escrevera a canção com Otis. Após a morte do cantor, ficou responsável por finalizar a mixagem. E incluiu na faixa um aspecto sonoro que fez toda a diferença: barulhos de gaivotas e de ondas batendo. A ideia era reproduzir os sons que Otis ouvia em sua casa flutuante na Califórnia, onde começou a compor a canção. No Brasil, existe pelo menos um filhote dessa gravação. São os barulhos marítimos de Gaivotas, uma balada que Antonio Marcos compôs para Roberto Carlos.

Agora, além disso tudo, o que interessa é: a turma que opera as redes sociais de diversos artistas tem muito a aprender com a família de Redding. O Instagram do cantor faz um favorzaço investindo em vídeos raros, imagens antigas, fotos de amigos e parentes, e todo tipo de memorabília. Olha aí.

Fotos de Redding, tendo como fundo o maior hit do cantor.

https://www.instagram.com/p/BgZBBQqh7xi

Queremos alguns itens desses de presente: tem a tal caixa comemorativa de Otis, camisetas, moletons e até um single dourado.

https://www.instagram.com/p/BgE5VO_F5cL/

Otis, o segundo da esquerda, ao lado dos amigos Ben E. King, Johnnie Taylor, Arthur Conley, e Percy Sledge.

https://www.instagram.com/p/BdiQTtdF-Az

Dá para dizer que é o encontro de duas lendas. Trata-se da foto da assinatura de contrato de Otis com Phil Walden, chefe da Capricorn Records. Até morrer, em 2006, Phil cuidou das carreiras de artistas como Allman Brothers Band, Lynyrd Skynyrd e até bandas mais recentes como Gov’T Mule e Cake.

https://www.instagram.com/p/Bd0YkJrFahA/

Tá vindo por aí mais uma edição o Otis Music Camp, acampamento de férias para adolescentes que estudam música. É um iniciativa da Otis Redding Foundation, criada pela viúva do cantor, Zelma Redding, e que foca em projetos educacionais e humanitários para jovens. No acampamento, rolam desde aulas com músicos até palestras e sessões de Q&A com notáveis do mercado. A iniciativa surgiu de um desejo expressado por Otis nas últimas conversas com amigos e familiares.

https://www.instagram.com/p/Bf_pe7tlA0X

Já viu o compacto original da música?

https://www.instagram.com/p/BfuApHCFb69

Nos anos 1960 e 1970 era comum que artistas afro-americanos fossem ludibriados por seus empresários. Quase sempre, o que acontecia era que assinassem contratos do tipo até-o-fim-da-vida, com cláusulas leoninas, “vendas” de músicas e a promessa de, sabe-se lá quando, gravarem um disco. E o tal disco geralmente era um compacto que mal chegava ao público. Quem quiser saber mais sobre isso, pode encontrar mais detalhes na série Vinyl, da HBO. Otis foi um dos primeiros artistas a virar esse jogo. Faz todo sentido que o contrato que assinou – ao lado do amigo Steve Cropper – para a gravação do hit Mr Pitiful seja um item histórico. E peça de museu.

https://www.instagram.com/p/BfwKo3blDva

O lado Zé Buscapé de Redding, um sujeito que antes de morrer pretendia gravar um disco de música country vertida para o idioma soul.

https://www.instagram.com/p/BfcLrqUFMa_/

Olha o tal compactinho dourado aí. É uma versão ultralimitada de (Sittin’ on) The doc of the bay.

https://www.instagram.com/p/Be8qArkFcix

A viúva e a filha de Otis recebem um prêmio pela platina tripla conquistada pelo single (Sittin’ on) The doc of the bay.

https://www.instagram.com/p/BgMTRKljw-K

Quando Cher gravou Otis. Versão lindíssima.

https://www.instagram.com/p/BgCUnitFaW1

Sugestão da amiga Flávia Durante

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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