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Cultura Pop

Os primeiros anos do Green Day em documentário

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Os primeiros anos do Green Day em documentário

O Green Day já foi um trio formado por três adolescentes bons de melodia. Já perdeu oportunidades no circuito punk da Califórnia por ser uma banda “pop demais” para os padrões do local. Aliás, Larry Livermore, o dono do primeiro selo da banda, Lookout! Records, teve que convencer seu sócio de que valia a pena contratar o grupo, e disse a ele que “eles parecem os Beatles”.

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Aliás, vale citar que nem havia Green Day. O trio do cabeludo Billie Joe (guitarra), de Mike Dirnt (baixo) e do primeiro baterista Al Sobrante se chamava Sweet Children. Apesar de conseguirem shows em bibocas da Califórnia como o Alternative Music Foundation – criado por Tim Yohannan, criador do zine Maximumrocknroll – o grupo vivia eternamente assombrado pela pecha de “é muito pop”. Para tornar os fatos mais dramáticos ainda, o trioo de Billie, Mike e Al assinou com a Lookout! e, com o primeiro single pronto, decidiu mudar de nome para Green Day.

Anos depois, Billie disse que a ideia era não provocar confusões com o Sweet Baby, outra banda punk mais antiga da região. Mas de qualquer jeito o nome pegou. Mesmo com Livermore afirmando que se tratava de um nome “estúpido” e que não queria dizer nada.

>>> Veja também no POP FANTASMA: O Hüsker Dü e o começo do rock alternativo

Essas e outras histórias estão no filme 1,000 hours to Kerplunk, documentário contando a história dos primeiros anos do Green Day, que foi lançado em 2004 em DVD e alguém jogou no YouTube. Antes de mais nada, uma constatação: o Green Day sempre foi uma boa banda e um grupo bastante ambicioso musicalmente (apesar de fazer canções bem simples). E é uma banda que, de certa forma, realizou o sonho de grupos como The Damned, que queriam sair do feijão-com-arroz do punk, mas garantir sucesso e espaço na mídia. Logo no começo, já havia gente elogiando a musicalidade deles, e o fato do grupo querer se destacar na cena, e trabalhar duro para isso.

Tá aí o filme.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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