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Cultura Pop

Os anos 1970 num livrinho de ciências

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Os anos 1970 num livrinho de ciências

O site de cultura retrô Flashbak dedicou um post outro dia para fuçar as imagens de um livro didático norte-americano de 1977 chamado Learning science. Olhando hoje, as imagens – enraizadíssimas na cultura dos anos 1970 – chamam bem mais a atenção do que qualquer conteúdo que possa estar escrito no livro. Isso aí é a capa.

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Ok, também NÃO dá para separar imagem de conteúdo, porque: 1) A produção do livro parecer ter pego crianças ao acaso, sem dar nenhum tipo de tratamento de overprodução a elas, ainda que todas estejam vestidas rigorosamente como mandava a moda dos anos 1970 (o que dava um visual inacreditavelmente stoner e meio pré-grunge a todas elas); 2) Nos anos 1970 e 1980, época em que saíam clássicos como o Manual do Escoteiro-Mirim e o Manual do Peninha, os livros de ciência estimulavam bastante as crianças e adolescentes a fazerem coisas por conta própria e a experimentarem: seja construindo coisas, seja montando objetos, seja fazendo experimentos científicos com o que tinham à mão, ou até durante a realização de atividades triviais. Olha aí.

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Três crianças prontas para um experimento científico (a da esquerda parece o Mark Arm, vocalista do Mudhoney, quando pré-adolescente).

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Aparentemente é uma lição de como verificar as batidas do coração – ok, o moleque da direita parece que não se sente bem.

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Essa foto é bem legal! O Flashbak crê que a menina estava ouvindo Steve Miller Band ou Deep Purple (não consigo reconhecer o selo do disco).

Os anos 1970 num livrinho de ciências
As experimentações científicas dessa menina de macacão e bandana (de motociclista?) na cabeça chamam menos a atenção do que essa toalha de motivos psicodélicos. Apesar do livro ter saído em 1977, se você queria achar algo mais punk nas fotos, pode esquecer.

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Bonita calça, hein? Tive um pijama desses (há uns dez anos).

Os anos 1970 num livrinho de ciências

O garoto da esquerda ouve música num aparelho de som maravilhoso (pelo menos visualmente), usando um fone com algo que parecem ser antenas. O da direita exibe furinhos na camisa sem o menor pudor.

Os anos 1970 num livrinho de ciências

Tem algo estranho aí.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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