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Kylie e Kendall Jenner usam seus rostos em camisetas de rock

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Kylie e Kendall Jenner usam seus rostos em camisetas de rock

Uma nova linha de camisetas lançadas por Kylie Jenner e Kendall Jenner está deixando os roqueiros p***utos (as) da vida. As duas it-girls decidiram colocar fotos suas em cima de imagens relacionadas a bandas e artistas como Pink Floyd, Metallica, Led Zeppelin, The Doors, Ozzy Osbourne e vários outros – na prática, foi só pegar camisetas que já existiam, e aplicar as imagens das duas irmãs. Olha aí.

Sim, uma turma numerosa aí ficou bem puta…

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Você deve estar se perguntando: “E essas bandas, não vão fazer nada?”. Sim, todas elas podem meter um advogado em cima, reclamar bastante e processar as duas irmãs. Mas para isso vão ter que provar que o uso do nome delas aconteceu “num contexto de marca”. O site Consequence of Sound recentemente reportou o caso da vocalista Laura Jane Grace, da banda punk Against Me!, que em setembro reclamou publicamente da marca britânica Topshop. A empresa lançou um casaco de couro, cheio de arrebites como manda (?) a moda punk, e que trazia o nome “Against Me!” impresso. A empresa tirou a peça de roupa de catálogo após o tweet de Laura, que você vê abaixo – e vale afirmar que a musicista, sob seu antigo nome Thomas J. Gabel (ela é transexual e passou a se chamar “Laura Jane Grace” em 2012), registrou também o “Against Me!” para uso em vestimentas para homens e mulheres.

Apesar de empresa ter concordado com a reclamação de Laura, não é tão fácil assim: o advogado Howell O’Rear, que escreve sobre música e copyright para a Billboard, contou à Consequence of Sound  que o nome da banda “não indicava a fonte ou o produtor” da peça de roupa e aparecia ao lado de outros artistas (o grupo punk calforniano The Vandals estava na traseira da jaqueta).”Parece um roubo ou um plágio, mas isso não significa que existam os mesmos riscos de se infringir uma lei de copyright ou uso de marca. Alguns roubos são legais. Isso é duro de engolir, mas acontece”, disse ele (por acaso, recentemente, olha só o que aconteceu aqui no Brasil).

A banda The Vandals, que já tinha sido processada pela revista Variety por ter parodiado o logotipo da publicação em seu disco Hollywood potato chip, de 2004, por sinal, não se incomodou tanto assim com a tal jaqueta…

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Dan Spitz: metaleiro relojoeiro

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Se você acompanha apenas superficialmente a carreira da banda de thrash metal Anthrax e sentia falta do guitarrista Dan Spitz, um dos fundadores, ele vai bem. O músico largou a banda em 1995, pouco antes do sétimo disco da banda, Stomp 442, lançado naquele ano. Voltaria depois, entre 2005 e 2007, mas entre as idas e as vindas, o guitarrista arrumou uma tarefa bem distante da música para fazer: ele se tornou relojoeiro (!).

A vida de Dan mudou bastante depois que o músico teve filhos em 1995, e começou a se questionar se queria mesmo aquela vida na estrada. “Fazíamos um álbum e fazíamos turnês por anos seguidos, e então começávamos o ciclo de novo – o tempo em casa não existia. É uma história que você vê em toda parte: tudo virou algo mundano e mais parecido com um trabalho. Eu precisava de uma pausa”, contou Spitz ao site Hodinkee.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Rockpop: rock (do metal ao punk) na TV alemã

Na época, lembrou-se da infância, quando ficava sentado com seu avô, relojoeiro, desmontando relógios Patek Philippe, daqueles cheios de pecinhas, molas e motores. “Minha habilidade mecânica vem de minha formação não tradicional. Meu quarto parecia uma pequena estação da NASA crescendo – toneladas de coisas. Eu estava sempre construindo e desmontando coisas durante toda a minha vida. Eu sou um solucionador de problemas no que diz respeito a coisas mecânicas e eletrônicas”, recordou no tal papo.

Spitz acabou no Programa de Treinamento e Educação de Relojoeiros da Suíça, o WOSTEP, onde basicamente passou a não fazer mais nada a não ser mexer em relógios horrivelmente difíceis o dia inteiro, aprender novas técnicas e tentar alcançar os alunos mais rápidos e mais ágeis da instituição.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Discos de 1991 #9: “Metallica”, Metallica

A música ainda estava no horizonte. Tanto que, trabalhando como relojoeiro em Genebra, pensou em largar tudo ao receber um telefonema do amigo Dave Mustaine (Megadeth) dizendo para ele esquecer aquela história e voltar para a música. Olhou para o lado e viu seu colega de bancada trabalhando num relógio super complexo e ouvindo Slayer.

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O músico acha que existe uma correlação entre música e relojoaria. “Aprender a tocar uma guitarra de heavy metal é uma habilidade sem fim. É doloroso aprender. É isso que é legal. O mesmo para a relojoaria – é uma habilidade interminável de aprender”, conta ele. “Você tem que ser um artista para ser o melhor – seja na relojoaria ou na música. Você precisa fazer isso por amor”.

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Cinema

Bead game: desenho animado sobre agressividade

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Bead game: desenho animado sobre agressividade

Em 1977, o diretor de cinema Ishu Patel fez o curta-metragem de animação Bead game, que foi relançado recentemente pelo National Film Board of Canada.

Para mostrar como a agressividade pode chegar a níveis inimagináveis, ele criou uma animação que usa apenas contas coloridas, que ganham a forma de vários objetos, animais, pessoas e monstros – um lado sempre tentando derrotar o outro. E quando você nem imagina que a briga pode ficar maior ainda, ela fica.

Via Laughing Squid

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Cultura Pop

Bad Radio: no YouTube, a banda que Eddie Vedder teve antes do Pearl Jam

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Bad Radio: no YouTube, a banda que Eddie Vedder teve antes do Pearl Jam

Em 1986, surgiu uma banda de rock chamada Bad Radio, em San Diego, Califórnia. Foi um grupo que fez vários shows, ganhou fãs e se notabilizou como uma boa banda de palco da região. Mas que se notabilizou mais ainda por ter tido ninguém menos que o futuro cantor do Pearl Jam, Eddie Vedder, nos vocais.

Eddie Vedder, que é lá mesmo de San Diego, aportou por lá em 1988 e ficou até 1990. Conseguiu fazer uma mudança geral no grupo, que tinha uma sonoridade bem mais new wave com a formação anterior, com Keith Wood nos vocais, Dave George na guitarra, Dave Silva no baixo e Joey Ponchetti na bateria. Wood saiu do grupo e com Vedder, a banda passou a ter uma cara bem mais funk metal, e mais adequada aos anos 1990.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Discos de 1991 #5: “Ten”, Pearl Jam

E essa introdução é só para avisar que jogaram no YouTube a última apresentação do Bad Radio com Vedder nos vocais. Rolou no dia 11 de fevereiro de 1990, pouco antes de Eddie se mandar para Seattle e virar o cantor de uma banda chamada Mookie Blaylock – que depois virou Pearl Jam. A gravação inclui as faixas What the funk, Answer, Crossroads, Just a book, Money, Homeless, Believe you me, What e Wast my days. O show foi dado no Bacchanal, em San Diego.

Com a saída de Vedder, o Bad Radio ainda continuou um pouco com o próprio Keith Wood, de volta, nos vocais. Segundo uma matéria publicada pela Rolling Stone (e que tem detalhes contestados pelos ex-integrantes do Bad Radio), Vedder não foi apenas cantor da banda: ele virou assessor de imprensa, empresário, produtor e o que mais aparecesse. A lgumas testemunhas dizem que a banda não era favorável ao lado ativista de Eddie (que costumava dedicar músicas e shows aos sem-teto), o que ex-integrantes do Bad Radio negam (tem mais sobre isso aqui).

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