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Cultura Pop

O tributo mais horroroso já feito aos Beatles na TV

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O tributo mais horroroso já feito aos Beatles na TV

Ser a banda mais popular de todos os tempos custa caro. Os Beatles, muitas vezes, costumam ser cultuados por motivos MUITO errados. John, Paul, George e Ringo praticamente criaram o arquétipo de “banda de rock”, sempre foram verdadeiros selvagens no palco e tiveram momentos em que soaram bastante pesados, como no hit Helter skelter.

Só que por mais que canções como Come together (segundo lugar nas mais populares do grupo no Spotify) e Help sejam popularíssimas, o lado mais romântico e nostálgico do grupo sempre atraiu uma cordilheira bastante eclética de fãs ao redor do mundo. Não deve haver muitos artistas que conseguem ter seu repertório revisitado por uma banda punk e por uma dupla sertaneja, por exemplo.

Em 1977, a revista Rolling Stone resolveu prestar o seu tributo a esse lado, digamos, eclético dos Beatles com um segmento de 15 minutos num especial de TV, A day in the decade. A ideia do programa era comemorar dez anos da revista, que começara o mais próximo possível da contracultura e se tornara uma das mais poderosas publicações dos Estados Unidos. Quem detesta ver o nome dos Beatles associado a coisas bregas deve passar longe.

Logo na abertura, Ted Neeley (o cara que interpretou Jesus Cristo no filme Jesus Christ Superstar) dá seu toque especial a A day in the life, com direito a teatrinho camp. Na sequência, tem cenas que lembram as antigas aberturas do Fantástico (na hora de Magical mystery tour, quando rola um embaralhamento de músicas e o corpo de baile entra num submarino amarelo). Já em Strawberry fields forever, Neeley aparece fantasiado de profeta (!) cercado por dançarinas fantasiadas de morango (eita).

Pra não dizer que é tudo muito cafona, aguente até 4:20 e confira uma bela versão de Here comes the sun feita por Richie Havens. Depois, aparece uma bizarrice do inferno feita com Helter skelter e tudo volta ao normal.

Tá aí. Veja se for capaz.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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