Cultura Pop
O surgimento da house music, numa reportagem de TV de Chicago em 1986

Onde você estava em 1986? Bom, lá em Chicago, muita gente estava acompanhando o sucesso da house music, que lotava clubes com uma mescla de batidas eletrônica, synth pop, ritmos latinos, jazz, soul e tudo o que aparecesse. O estilo musical também dava as cartas nas paradas da Inglaterra – com artistas do gênero dominando a boa e velha parada do Top of the pops.
E olha só que legal essa matéria de TV de Chicago, que foi ao ar em 1986, e que mostra – bem antes do termo virar quase sinônimo de “dance music” no Brasil – como a house music estava sendo recebida nos clubes, e como ela estava sendo concebida. Pérolas como Jack your body, de Steve “Silk” Hurley, são mostrados como os sucessos do momento naquela hora.
Dois precursores da house music, Danny (Sweet-D) Wilson e Farley (Jackmaster) Funk mostram ali mesmo como os sucessos do estilo são criados. Tudo começava com uma batida forte, seguida de elementos latinos e africanos, e vocais sampleados e estrategicamente incluídos na canção. Ao contrário do que acontecia com manifestações como o rock (e até o pop, quando ele começava demais a se levar a sério), os DJs e tecladistas iam testando a eficácia de seus beats ali mesmo, na frente do público.
Farley, que depois se tornaria um nomão da acid house, subgênero viajandão da house music – com o hit U ain’t really acieed (house) – diz que no começo, sua ideia era ganhar bastante dinheiro com seu trabalho. E que tudo começou quando produzia um disco em Chicago e tentava ganhar popularidade como DJ num estilo musical que corria tão rápido que seus grandes nomes mal tinham tempo de serem devidamente absorvidos pelos clubes, pelos fãs e pela imprensa.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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