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Cultura Pop

O rock do Agnaldo Timóteo

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O rock do Agnaldo Timóteo

Quando Agnaldo Timóteo começou sua carreira discográfica, boa parte do seu repertório era tomada por versões de sucessos do pop italiano, inglês, francês, etc. Detalhe: entre canções pop, breguices e boleros, tinha uma ou outra versão de sucessos do rock. Ou baladas açucaradas que as bandas de rock lançavam para dar aquele upgrade no público. Pega aí sete vezes em que o cantor – que recentemente ganhou um documentário, foi hostilizado ao visitar um político que está preso e reclamou que nunca foi convidado para o especial de Roberto Carlos – meteu-se com o som da juventude.

“A CASA DO SOL NASCENTE” (do LP Surge um astro, de 1965). Banda do lado mais raivoso da invasão inglesa, os Animals tiveram seu hit The house of rising sun transformado nessa canção em português aí, pelo versionista e compositor Fred Jorge.

“ONTEM” (do LP O astro do sucesso, de 1966). Claro: Yesterday, dos Beatles, perfeita para um clima choroso e para lembranças de quando o amor era um jogo mais fácil de se jogar. Letra em português do versionista mais ativo da jovem guarda, Rossini Pinto.

“MICHELLE” (do LP O astro do sucesso, de 1966). A gravadora de Agnaldo era a mesma dos Beatles (a Odeon representava a EMI por aqui), o que facilitava com certeza na hora de conseguir liberação de direitos para algumas músicas. Michelle, com seu clima romântico e seu refrão em francês, claro, foi parar no repertório do cantor – igualmente vertida para o nosso idioma por Rossini Pinto.

https://www.youtube.com/watch?v=uVK-6HPRYPU

“ESSE AMOR QUE EU NÃO QUERIA” (do LP O sucesso é o astro, 1967). A whiter shade of pale, baladão lançado pelo grupo progressivo-barroco Procol Harum, ganhou um órgão de churrascaria, o vocalzão de Agnaldo, e essa letra em português, feita por Geraldo Figueiredo.

“PALAVRAS” (do LP Comanda o sucesso, de 1969). A fase inicial dos Bee Gees, dada a baladinhas psicodélicas e a um clima mais melancólico, rendeu um hit para Agnaldo Timóteo. Words, relida em português por Eduardo Luís.

https://www.youtube.com/watch?v=UaMa8DPj2NQ

“O DIA QUE EU CHEGAR” (do LP Comanda o sucesso, de 1969). Mais Bee Gees: First of May, sucesso do disco duplo Odessa (1969), ganhou versão em português do hoje jornalista Tom Gomes.

https://www.youtube.com/watch?v=6jqMUy6eOYI

“O MEU AMOR” (do LP Frustrações, de 1973). Paul McCartney, estourado em todas as partes do mundo com My love – feita para a mulher Linda McCartney – ganhou versão em português feita por Roberto Figueiredo.

https://www.youtube.com/watch?v=4d-__oE32f0

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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