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Cultura Pop

O Offspring e outras bandas num obscuro programa de TV dos anos 1980

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O Offspring e outras bandas num obscuro programa de TV dos anos 1980

Nos Estados Unidos, existem estações de TV não-comerciais em que os próprios telespectadores podem enviar conteúdo para divulgação – são as chamadas tevês de acesso público. E olha só quem apareceu numa delas em 7 de julho de 1988: uma banda desconhecida chamada Offspring, possivelmente em sua primeira aparição de TV, tocando “Jennifer lost the war”, música de abertura de seu primeiro disco, lançado em 1989. Olha aí. O showzinho da banda foi no hoje falecido programa de TV “Rockstock”.

https://www.youtube.com/watch?v=w9Cc3XCglZQ

Não é a única aparição do grupo no programa a vazar no YouTube: em 1992, eles apareceram lá tocando outra música de seu primeiro disco, “Beheaded”.

Tem pouca informação sobre o “Rockstock” na internet – ele foi exibido pelo canal 30 da TV a cabo dos Estados Unidos por alguns anos entre as décadas de 1980 e 1990. Um dos produtores da atração subiu alguns vídeos. Nesse aí, uma banda de Huntington Beach chamada Graveyard Shift toca uma canção que ele não lembra o nome. O som lembra algo como o The Cure do começo, mas com mais pegada punk.

Isso aí é uma banda indie da Califórnia chamada Swamp Zombies relendo “A simple desultory”, de Simon & Garfunkel. Eles existiram de 1985 a 1993 e “A simple…” foi gravada por eles no disco de estreia, “Chicken vulture crow” (1987).

E olha aí o Firehose, então uma banda recém-formada (e surgida de uma defecção dos Minutemen, com o baixista Mike Watt e o baterista George Hurley). Do primeiro disco, “Ragin’, full on” (1986), eles tocam “Relatin’ dudes to jazz” e “Choose any memory”, em 1987.


Pauta roubada do amigo e colaborador Luciano Cirne

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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