Cultura Pop
O Bondinho no Acervo Pop Fantasma

Falamos bastante do Bondinho outro dia no podcast do Pop Fantasma Documento que fizemos sobre a volta de Gilberto Gil e Caetano Veloso para o Brasil em 1972, após o exílio dos dois cantores e compositores. Era uma revista que tinha uma “cara” underground, mas era até bastante poderosinha – tanto que era editada pelo grupo que controlava uma conhecida rede de supermercados. No pouco tempo em que a revista existiu, ela publicou reportagens importantíssimas e uma série de entrevistas que serviam como um diário cultural daqueles tempos.
Várias dessas entrevistas foram reunidas vários anos depois no livro Entrevistas Bondinho (Azougue Editorial),. do qual falamos no Acervo Pop Fantasma de hoje. Esse é o nosso podcast exclusivo para nossos apoiadores no Catarse.
Toda segunda-feira, ele segue por e-mail e fala de algum item da minha coleção: pode ser um CD, um K7, um vinil, um livro, um objeto, uma camiseta (por que não?), tudo o que eu tiver aqui, e que for cheio de assunto. A ideia é que ele seja bem mais curto do que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast oficial, que dura uns 40 minutos por semana. O Acervo dura de dez a quinze minutos e sobe no YouTube em vídeo não-listado (tentei muito achar uma maneira melhor de distribuí-lo mas não achei nada, se alguém tiver alguma sugestão…).
Os três primeiros episódios estão à disposição de todo mundo aí embaixo. Curtiu? Então lá vai o comercial do nosso financiamento coletivo: ele é bem acessível (dez reais por mês já são o suficiente) e, juntando-se à turma que dá apoio ao site, você ajuda o Pop Fantasma a continuar funcionando diariamente. Com seu apoio, eu vou conseguir me dedicar exclusivamente a ele e vou poder produzir sempre matérias, entrevistas, podcasts, etc.
E nosso podcast oficial, o Pop Fantasma Documento, é esse aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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