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Cultura Pop

NME acaba com sua publicação impressa

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NME acaba com sua publicação impressa

O New Musical Express, histórica revista britânica de música e cultura pop fundada em 1952, acaba de descontinuar sua publicação impressa. A edição que saiu dia 8 de março, destacando a banda britânica Shame – sobre a qual já falamos e que já tocamos duas vezes no nosso podcast INVISÍVEL – é a última a sair nas bancas. Quem avisa é a turma da editora Time, num comunicado.

NME acaba com sua publicação impressa

Não é o fim do NME, só da publicação impressa. A revista vai focar no site e em estratégias digitais. Manterá dois novos canais de áudio: um para música nova, outro para “NME classics”. O namoro com o impresso vai continuar a partir de uma publicação vip chamada NME Gold. Mas o NMEzão raiz, moleque, de várzea – que já vinha passando por mudanças que levaram a publicação a ser distribuída de graça após 2015 – fechou as portas.

Nos anos 1970, o NME vendia até 300 mil cópias por semana, e na sequência, colocou-se na frente ao revelar modas e novas tendências da música (como o punk e o pós-punk) e do comportamento. A publicação criou também o primeiro ranking de singles do Reino Unido. m um comunicado, Paul Cheal, diretor executivo de música da Time Inc. UK, culpa “o aumento dos custos de produção e um mercado de publicidade impressa muito avesso a mudanças” para o encerramento da edição gratuita.

“A NME é uma das marcas mais emblemáticas da mídia britânica e nossa mudança para impressão gratuita ajudou a impulsionar a marca para sua maior audiência em NME.COM”, afirma. “A re-invenção impressa nos ajudou a atrair para nossas capas uma variedade de estrelas com as quais a revista paga nem poderia sonhar”. Ele continua: “Infelizmente, agora chegamos a um ponto em que a revista semanal gratuita já não é financeiramente viável. No espaço digital concentraremos esforços e investimentos para garantir um futuro forte para essa marca famosa”.

Via Pitchfork.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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