Cultura Pop
Por que será que o Nirvana resolveu tocar em alguns shows um trecho da ópera Carmen?

Encenada em Paris pela primeira vez em 1875, a ópera Carmen, do francês Georges Bizet, deu em altas polêmicas. A história de uma garota cigana que era disputada por dois sujeitos (um soldado e um matador) levava a realidade e a vida proletária para os maiores palcos da França, fugindo das tradições operísticas. Bom, isso quem diz é a Wikipedia, já que não sacamos muito desse tipo de assunto.

Agora o que interessa é: por que será que o Nirvana andou apresentando em alguns shows – inclusive no Brasil – uma versão amalucada do tema de abertura de Carmen?
Bom, L’amour est un oiseau rebelle (em português, O amor é um pássaro rebelde), ou simplesmente Habanera, era a intro da ópera, a música que apresentava a personagem principal. Olha ela aí na voz de Kurt Cobain em 19 de outubro de 1991, num show do Nirvana em Dallas. Em alguns bootlegs da banda, essa canção aparece com o nome de Theme from Carmen ou Formaldehyde.
E na abertura do show que a banda deu no Hollywood Rock no Rio, numa jam que inclui School. Foi em 23 de janeiro de 1993, há pouco mais de trinta anos.
Outra vez em 1991, na abertura de um show da banda no Queen Margaret Union, em Glasgow, em 30 de novembro daquele ano.
O livro Nirvana – A tour diary, do jornalista Andy Bollen, conta que há uma história paralela rolando a respeito dessa tal mania do Nirvana com a música de Carmen. Kurt Cobain teria se inspirado nos esquetes do humorista britânico Les Dawson, que costumava aparecer em programas de TV assassinando temas clássicos ao piano, sempre tocando notas erradas. Les era um excelente pianista, mas vivia fazendo piada com isso. Olha ele aí destruindo teclados e, no final, arrasando com Feelings, do coisa-nossa Morris Albert.
Via Dangerous Minds
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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